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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Estratégias anti-crise (I)

Imagem retirada daqui



Ir comprar pão depois das19 e 30. Aqui na pastelaria/padaria da zona, a partir daquela hora, o pão é mais barato. Sempre é uma maneira de poupar... se tivermos paciência para esperar na fila imensa que se forma. Pior só as corridas às promoções de um certo supermercado da nossa praça em que, por um desconto de 50% em alguns artigos, as pessoas se atropelaram chegando a partir aquilo que iam comprar (azeite segundo me parece). O chavão da crise serve para tudo. Por acaso eu só compro pão esporadicamente porque costumo fazê-lo cá em casa na máquina que ganhei pelo Natal.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A isto se chama serviço público


Esta semana, Judite de Sousa entrevistou Natália Nunes, criadora do Gabinete de Apoio ao Consumidor. Um dos serviços deste Gabinete é ajudar os portugueses endividados. Antes da entrevista passou uma reportagem introdutória onde se davam dicas de poupança bem interessantes e fáceis de realizar. O que impressionou, principalmente foram as histórias das pessoas que têm vários créditos, créditos para pagar outros créditos, créditos para tudo e para nada e que se vêem em situações muito dramáticas. A facilidade de atribuição de créditos durante todos estes últimos anos foi um dos responsáveis pelas situações desesperadas em que as pessoas se encontram. O verdadeiro serviço público...

sábado, 6 de novembro de 2010

Oh, crise que nos assombras

Por mais que eu não queira pensar nisso, a crise é um tema incontornável. Jornais, telejornais, noticiários de rádio não falam de outra coisa que não seja a situação económica do país. Até agora, no meu momento de relax à beira mar, a crise veio ter comigo... No editorial da revista que escolhi para me fazer companhia e que tem as páginas cheias de artigos maravilhosos e carissímos... No grupo da mesa ao lado que escolhe esse tema de conversa... E sempre pairando esse fantasma que nos vai tirando a alegria de gastar mais uns euros...

terça-feira, 17 de junho de 2008

"País fecha para balanço"


Este é o título de jornal que eu, ainda, estou à espera de ver. Cada vez mais me pergunto: "- Será mesmo possível ser feliz neste país???" Todas as semanas há um protesto diferente; primeiro foram os pescadores, depois os camionistas, em seguida as empresas de reboques e agora um buzinão. Aonde é que isto vai parar? Os combustíveis aumentam, os cereais aumentam, as taxas de juro aumentam, o desemprego aumenta, os portugueses deprimidos aumentam, a demagogia dos governantes aumenta, os protestos aumentam, os jovens activos voam para outros países... a inflação, na Europa, é cada vez maior... Cada vez os portugueses estão mais infelizes... é o nosso fado, a nossa natureza nostalgica...


Com um panorama destes não acham que Portugal devia fechar para balanço? Talvez, quando reabrisse, as perspectivas fossem outras, quem sabe?!

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