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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vai um cafézinho?

Hoje é o dia internacional do café. Eu sou, assumidamente, viciada em café. Contra todas as expectativas, Portugal não é grande consumidor de café comparado com outros países da Europa já que bebemos "apenas" 2,2 chávenas por dia. Eu estou ligeiramente acima desta média já que bebo, pelo menos, 3 cafés por dia quando não são 4. Sempre pensei que fossemos dos maiores consumidores de café da Europa até porque o nosso café não tem nada a ver com os cafés que servem por essa Europa fora (blec).

domingo, 19 de janeiro de 2014

Eugénio de Andrade, 19-01-1923 - 13-06-2005

O sal da língua

Escuta, escuta: tenho ainda
uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei, não vai
salvar o mundo, não mudará
a vida de ninguém - mas quem
é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido
da vida de alguém?
Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha
que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco
mais. Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua.

O fim-de-semana não acaba sem mais uma efeméride poética. Eugénio de Andrade nasceu há 91 anos e publicou dezenas de livros. A sua poesia era, essencialmente, lírica. Também teve um importante trabalho como tradutor sendo tradutor, por exemplo, do argentino Jorge Luís Borges.

Poeta Castrado Não - José Carlos Ary dos Santos



Ontem fez 30 anos que morreu este grande poeta e declamador português, responsável pelas letras de algumas das melhores canções portuguesas dos anos 60 e 70. Conseguiu a proeza de escrever 4 canções que ganharam o Festival da Canção (no tempo em que essa competição tinha muita importância para os músicos e para os portugueses). Da parceria com Fernando Tordo, resultaram 100 canções intemporais que ainda hoje são apreciadas. Também Amália Rodrigues, a maior fadista portuguesa de todos os tempos, cantou Ary dos Santos. Os seus poemas nunca passaram de moda já que vozes da chamada nova geração do Fado, como Mariza, Mafalda Arnauth ou Kátia Guerreiro, também já os interpretaram. Estranhamente, algumas das suas letras são tão actuais no século XXI como o foram na década de 70 do século passado. Sinal de que Portugal, afinal, não evoluiu assim tanto.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Filhos da Madrugada

Portugal comemora, mais uma vez, a Revolução de 25 de Abril. Sinto-me sempre emocionada neste dia porque me lembro de como era um dia importante para o meu pai. Em miúda acompanhei-o sempre no desfile que se fazia na minha terra.

Imagino a excitação que ele deve ter sentido na manhã desse dia 25 de Abril de 1974 quando foi impedido de ir trabalhar porque, para chegar ao local de trabalho, teria de passar por uma das estradas por onde passavam as colunas militares. A excitação pelo fim iminente da ditadura, pela esperança na liberdade. Uma alegria incontida pela mudança que se adivinhava naquelas horas. Uma alegria como só alguém nascido e criado no Alentejo daquele tempo podia sentir.

Imagino o medo que a minha mãe deve ter sentido, por si e pelo bébé que trazia no ventre, eu. Ela conta-me que durante esse dia foi muitas vezes à janela para tentar ver ou ouvir alguma coisa.

Imagino a euforia dos dias que se seguiram. Contaram-me que o meu pai foi muito activo no recenseamento das pessoas lá da rua. Durante anos habituei-me a ver o meu pai nas mesas de voto e a sair algumas noites para as reuniões da Assembleia de Freguesia.

O que os meus pais viveram e me transmitiram faz-me acreditar que o espírito de Abril ainda não está morto. Por tudo o que me ensinaram ao longo dos anos é que eu continuo a fazer questão de cumprir o meu dever e direito de voto. Por piores que seja a nossa classe política, não nos devemos demitir de intervir nem que seja pelo boletim de voto. Para que continuemos a viver no país livre e democrático que os nossos pais e avós sonharam.

A responsabilidade é nossa, nós que somos os filhos dessa madrugada.

quarta-feira, 20 de março de 2013

1° Dia Internacional da Felicidade

Na definição da Wikipédia, Felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade - pela filosofia, pelas religiões ou pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Filósofos e religiosos sempre se dedicaram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.


A felicidade não é assim tão fácil de definir. O que cada um precisa para se sentir feliz depende de inúmeros factores mais internos do que externos. Duas pessoas podem viver situações similares e não sentirem o mesmo nível de felicidade. Sentir uma felicidade plena é um estado de alma que só acontece algumas vezes na vida. Ninguém é totalmente feliz. A vida constroi-se em pequenos momentos de felicidade. Nos dias que vivemos, principalmente na Europa, há cada vez menos motivos para nos sentirmos felizes. No entanto eu acho que, mesmo assim, "é possível ser feliz...". A ciência está em valorizar os pormenores e encontrar motivos de felicidade apesar da adversidade. 
E como dizia um grande humorista português, façam o favor de ser felizes, hoje e todos os dias.

Notícia aqui

domingo, 9 de setembro de 2012

Abelha Maia




Num dos espaços noticiosos da tarde reparei que esta adorável personagem comemora, este mês, um centenário de existência.
Waldemar Bonsels, alemão, criou esta história para os filhos sendo publicada em livro em Setembro de 1912. A Portugal só chegou em 1978 fazendo as delícias das crianças nascidas nas décadas de 70 e 80. Eu adorava a série e recordo com saudade o peluche e o livro de banda desenhada que recebi no Natal de 1979 ou 1980 se não me engano.


Segundo consta, a televisão pública alemã ZDF vai produzir 78 novos episódios da "Abelha Maia" em três dimensões, que devem estar prontos em 2013.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril, sempre

Fogo de artifício das Comemorações do 38º Aniversário do 25 de Abril, Almada


Será que continua, hoje, a fazer sentido comemorar a Revolução dos Cravos? Que fizemos, nós, desta herança, do empolgamento e felicidade que se deve ter vivido há 38 anos atrás na manhã de 25 de Abril de 1974? Para mim, para a minha geração e para os mais novos que já nascemos num país livre, que futuro se adivinha? Não vivemos, hoje, numa nova ditadura que nos conduziu ao estado em que estamos? A ditadura do capital, do poder económico, da Europa? Que revolução faríamos agora? Que utopia nos faria agora rebelar?

quarta-feira, 21 de março de 2012

X

Eu queria mais altas as estrelas
Mais largo o espaço, o sol mais criador
Mais refulgente a lua, o mar maior,
Mais cavadas as ondas mais belas;

Mais amplas mais rasgadas as janelas
Das almas, mais rosais a abrir em flor,
Mais montanhas mais asas de condor,
Mais sangue sobre a cruz das caravelas

E abrir os braços e viver a vida
quanto mais funda e lúgubre a descida
mais alta é a ladeira que não cansa!

E, acabada a tarefa... em paz, contente,
Um dia adormecer, serenamente,
Como dorme no berço uma criança!

                                                      Florbela Espanca


Porque hoje é Dia Mundial da Poesia, deixo-vos um soneto da minha poetisa preferida. Para mim a poesia é a arte de tornar simples palavras em música literária.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Parabéns, RTP


Neste mesmo dia, há 55 anos, começavam as emissões da RTP.  O serviço de televisão público tem sido muito atacado, ultimamente, mas não se pode escamotear o papel que a RTP teve na história do país. E mesmo na história pessoal de cada um, pelo menos das gerações anteriores ao aparecimento dos canais privados, das parabólicas ou da televisão por cabo. As minhas memórias da infância são indissociáveis da memória de alguns programas da RTP, os desenhos animados apresentados pelo Vasco Granja, a Abelha Maia, as tardes de domingo com os programas do Júlio Isidro, a excitação do Festival da Canção que era um verdadeiro acontecimento. Ainda hoje, o meu noticiário preferido é o Telejornal. Acredito que a RTP não seja rentável para o Estado, especialmente nestes momentos de crise, mas não gostaria de a ver privatizada. A RTP é Património Nacional.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

domingo, 20 de novembro de 2011

"Como bola colorida nas mãos de uma criança"

Às vezes há coincidências engraçadas. Esta manhã o meu namorido tinha estado a falar-me da exposição "A Física no dia a dia" que vai ser inaugurada no dia 24 de Novembro no Pavilhão do Conhecimento. Esta exposição é baseada no livro de Rómulo de Carvalho com o mesmo nome. O dia 24 de Novembro é o Dia Nacional da Cultura Científica, dia em se comemora o nascimento de Rómulo de Carvalho. Durante toda a próxima semana, procura-se divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência.


Quando o A. me falou de Rómulo de Carvalho não me lembrei logo de quem se tratava porque ele é mais conhecido pelo pseudónimo, António Gedeão, autor de poemas como "Pedra Filosofal" e "Lágrima de Preta" entre outros. O rádio estava ligado na TSF. Eis senão quando se começam a ouvir os acordes do poema "Pedra Filosofal" cantada pelo Manuel Freire:



Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.



eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.



Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.



Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.



In Movimento Perpétuo, 1956

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Doodle "Madame Curie"

Hoje o Google homenageia Madame Curie, com um doodle em estilo pontilhista, lembrando os 144 anos do seu nascimento no mesmo ano em que se celebra o centenário do seu Nobel da Química. Marie Curie, que fez importantes descobertas na área da radioactividade, foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e uma das poucas personalidades a receber duas vezes a distinção instituída pelo inventor da dinamite, Alfred Nobel, no seu testamento.


Madame Curie é o meu ídolo da Química. Sempre achei que a história de vida dela foi determinante no caminho que eu fui escolhi para mim em que a Química tem tido um papel central.


retirado daqui

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Carlos Drummond de Andrade nasceu há 109 anos

Poesia

Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro inquieto, vivo.
Ele está cá dentro e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.

Carlos Drummond de Andrade


Este grande poeta da Língua Portuguesa (do outro lado do oceano) faria, hoje, 109 anos. Temos uma coisa em comum... não eu não escrevo poemas tão belos. Parece que ele era formado em farmácia embora não tenha trabalhado nessa área. Esta manhã a TSF transmitiu uma versão muito especial do poema No meio do caminho.
Um poeta a descobrir.

domingo, 11 de setembro de 2011

Há 10 atrás

Esta semana tem-se vindo a lembrar os acontecimentos que mudaram o mundo há 10 anos. Quem viveu esse dia dificilmente esquecerá as imagens que a televisão trouxe até nós. E cada um terá a memória do que sentiu naqueles momentos.

Eu trabalhava no mesmo sítio onde ainda trabalho hoje. Estava lá desde 1999. Nos primeiros anos ia sempre almoçar fora com a minha colega (a patroazinha) ao mesmo sítio. Nesse dia lá fomos, como habitual. Sentámo-nos numa mesa relativamente perto da televisão e reparámos que toda a gente tinha os olhos postos no ecrã. Alguém nos disse que um avião tinha chocado com uma das Torres Gémeas. Eu e a minha colega começámos a especular sobre o que tinha acontecido. Ela dizia que era um acidente e eu dizia que achava muito estranho como é que era possível chocar com um prédio daqueles. Eis quando vemos, em directo, o segundo avião chocar com a outra Torre. A possibilidade de atentado era cada vez mais óbvia. Foi, ao mesmo tempo, assustador e inacreditável. O mundo apercebeu-se que os Estados Unidos da América não eram assim tão poderosos e invencíveis como pareciam. Havia brechas e eram bem grandes. Ninguém consegue imaginar o que sentiram aquelas pessoas que iam nos aviões ou as que estavam nos edifícios e viram os aviões a aproximarem-se. Aperceberam-se, com certeza, que era o fim.

Ao longo do dia fomos acompanhando as notícias, os relatos que chegavam sobre as pessoas que se atiravam dos prédios, os festejos nos países árabes, nem sei o que era mais chocante. O mundo nunca mais foi o mesmo, perdeu-se tranquilidade, ingenuidade, sossego. Depois de acabar a Guerra Fria, da queda do Muro de Berlim, da abertura dos países de Leste ao Ocidente, o mundo parecia caminhar para um tempo onde a violência deixaria de ter lugar e onde poderíamos ser cada vez mais felizes mas afinal o mundo é cada vez mais assustador. 11 de Setembro passou a ser uma data arrepiante.
E, para além das vidas que se perderam, das famílias desfeitas, do sofrimento dos feridos, será que alguém avaliou a influência destes acontecimentos na crise económica que os países ocidentais vivem hoje?

domingo, 24 de abril de 2011

25 de Abril versus Páscoa

Como dizia no post anterior, este ano o calendário pregou esta partida de juntar a Páscoa ao 25 de Abril. A Páscoa já está mesmo, mesmo no fim por isso chegou a altura de falar das minhas memórias desta altura.


Quando era criança, esta data nunca passava em branco. O meu pai era ligado à política local e ao cooperativismo. Na minha terra havia sempre um desfile com as individualidades da terra, a banda filarmónica, representantes de colectividades e por aí fora. E eu participava sempre nessas comemorações, cheia de entusiasmo. Hoje em dia, não me identifico com todas as opções políticas do meu pai mas estas vivências serviram, obviamente, para construir a minha personalidade. Por exemplo, raramente me abstive de votar porque tenho enraizado em mim a importãncia deste acto por mais que ache que o país está muito mal servido de políticos.


Na alvorada do 25 de Abril eu estava, confortavelmente, arrumada na barriga da minha mãe. E imagino o sobressalto que a minha mãe deve ter sentido, eu também por acréscimo, quando o meu pai entrou em casa com a novidade da revolução. Eles contavam-me que o meu pai saiu para trabalhar mas que não pode ir porque as estradas estavam cortadas pelos militares. Ele teria de passar pela mesma via por onde passaram os militares que vinham do quartel de Santarém. A minha mãe diz que passou o resto do dia à janela para ver o que se ia passando na rua. Imagino tão bem esses momentos que até parece que os vivi.


Quis o destino que estes dias, 24 e 25 de Abril, ficassem, irremediavelmente, ligados à minha história pessoal. Em 2007, no dia 24 de Abril, oficializei a minha própria revolução e esta altura foi preponderante para conhecer o A. que tem colorido e animado a minha vida nos últimos 3 anos. Por isso, com festejos de revolução ou não, esta será sempre uma altura muito importante para mim.

sábado, 23 de abril de 2011

Páscoa versus 25 de ABRIL

Ora isto de celebrarmos 2 ocasiões tão dispares no mesmo fim-de-semana tem muito que se lhe diga.


A Páscoa é a festa central da fé cristã (muito mais que o Natal). Os acontecimentos que se lembram nestes dias é que dão sentido à fé em Jesus Cristo. Há uns anos atrás era uma época muito cheia para mim já que participava em todas as cerimónias da minha paróquia já que pertenci a um Grupo de Jovens e mais tarde, quando deixei de ser jovem, a um Grupo Bíblico. A Páscoa, para além da carga simbólica da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, é uma época que nos conduz à introspecção, a pensar na nossa natureza mortal e a relativizar os problemas. As circunstâncias da vida fizeram com que eu deixasse de estar presente de modo tão comprometido como antes e sinto falta desses momentos de introspecção, de oração e de sentir a presença do Transcendente. Nesta vida de corre-corre faz muita falta parar e olhar para dentro de nós para percebermos os nossos erros, perdoarmo-nos a nós mesmos e seguir em frente com o coração leve.


Seja com a participação nas celebrações pascais ou de férias desejo-vos uma




PÁSCOA FELIZ








P.S. -A festa da liberdade tem que ficar para outro post que este já vai longo.

terça-feira, 8 de março de 2011

A todas as mulheres do Mundo

Esta tarde fui surpreendida por uma sms de uma amiga que faz parte das minhas memórias mais felizes, os anos da faculdade. Obrigada, A. R., por te lembrares de mim. Dizia assim:

"Uma mulher tem forças que espantam os homens. É capaz de suportar problemas e pesados fardos. Detém felicidade, amor e opiniões. Sorri quando lhe apetece gritar, canta quando lhe apetece chorar, chora quando está feliz e ri quando tem medo. O seu amor é incondicional. Comete apenas um erro: por vezes esquece o quanto vale."

Para todas as minhas leitoras...
Feliz Dia da mulher!!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

2000 semanas de Expresso

Esta semana, o jornal Expresso completou 2000 edições. Ao longo destes anos, o Expresso foi parte integrante da história do país tendo influenciado, grandemente, as oscilações políticas e económicas do país. Para comemorar, publicaram uma revista muito especial. Ao longo das inúmeras páginas podemos acompanhar a evolução do país ao longo dos últimos 38 anos. Lê-se com um sorriso nos lábios ao perceber como o país evoluiu. Ainda mais tendo em conta que em 1973, quando o jornal foi lançado, Portugal vivia em ditadura e sofria de um grande atraso em relação aos outros países da Europa. E, de facto, muita coisa mudou a nível tecnológico, social e económico. Umas coisas mudaram para melhor, outras mudaram para pior muitas vezes como consequência das tais melhorias.
Se tomarmos como exemplo a condição feminina não há dúvida que mudou para muito melhor, as mulheres conquistaram o lugar que lhes era devido na sociedade, deixaram de ser donas de casa exclusivas, começaram a trabalhar e tornaram-se independentes. Já não são dependentes dos maridos e não são obrigadas a ficar presas a uma relação infeliz por falta de condições económicas para se libertarem. A consequência foi, obviamente, o aumento do número de divórcios e a diminuição drástica da taxa de natalidade.
Outro exemplo é o número de automóveis por habitante. Praticamente todos os portugueses adultos têm automóvel o que aumentou a nossa dependência em relação ao petróleo.
O avanço tecnológico tem sido fenomenal, o acesso a telemóveis, computadores, internet é quase universal. Hoje vivemos de um modo que nunca os nossos pais sonharam. Bem vistas as coisas, mesmo que algumas mudanças tenham sido prejudiciais, os portugueses vivem muito melhor hoje do que há 38 anos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

8 de Dezembro de 1980



No dia 8 de Dezembro de 1980, John Lennon é abordado, à porta do edifício Dakota onde residia em Nova Iorque, por um jovem que horas antes lhe havia pedido um autografo. O jovem dispara sobre ele.

Assim acaba por falecer o autor de algumas das mais belas canções do século XX. John Lennon, com Paul McCartney, foi um dos fundadores dos míticos Beatles que arrastavam, nos anos 60, multidões de fãs em delírio por todo o mundo. Lennon foi, também, um notório activista pela paz. As canções que compôs, a solo ou com Paul McCartney são intemporais e continuam a ser apreciadas, e cantadas até hoje. Perto do local onde foi assassinado, em Central Park, foi feito um memorial Strawberry Fields Forever, onde foram espalhadas as suas cinzas, que continua a ser visitado pelos fãs e pelos turistas que passam por Nova Iorque. Eu também passei por lá...








(Imagens captadas pelo meu namorado durante a nossa passagem por NYC em Agosto de 2009)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

José Saramago num pacote de açucar


Se fosse vivo, faria 88 anos. E decerto, que nunca se imaginaria num pacote de açucar...

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