Mostrar mensagens com a etiqueta natureza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natureza. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 16 de abril de 2014

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Imagens do Outono que se insinua











O Outono é, sem dúvida nenhuma, a estação do ano que tem as cores mais fotogénicas. A vinha do pai do A. tornou-se, para mim, um dos mais belos cenários para fotografar nesta altura do ano.

sábado, 20 de abril de 2013

Viver aqui

A minha semana foi muito cansativa por isso estava a ansiar pelo fim-de-semana. Ainda mais por se adivinhar tempo de Verão neste mês ainda de Primavera.
Logo pela manhã aproveitei por fazer uma caminhada vigorosa de 5,8 km num agradável jardim perto da casa do A. mas, apesar do sol, o vento parecia fazer adivinhar que, afinal, o dia não seria assim tão agradável. 
Apesar de tudo, à tarde, arriscámos uma ida à praia embora ainda sem arriscar no bikini. Fiz mal já que estava uma tarde de praia espectacular. A Fonte da Telha tinha quase tanta gente como num dia de Verão. Esteve mesmo muito calor e até cheguei a molhar os pés. A água estava gelada mas enfim... já tinha saudades do aroma a maresia, do calor e de enfiar os pés na areia.
Agora há pouco, saímos para o A. ver o futebol e estava uma autêntica noite de Verão, morninha, morninha, não se sentia  nem uma brisa. Aliás quantas vezes as noites de Verão já não são nada assim.
Portugal pode ser um país à beira da falência, podemos até pagar impostos impossíveis, podemos ser um país cheio de defeitos mas vale a pena valorizarmos o que temos de melhor, o mar, o sol, a temperatura. E esquecer, por momentos, os problemas que nos rodeiam e oprimem.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Fevereiro no Hemisfério Norte

Nos últimos tempos, viver em Portugal tem-se tornado cada vez mais difícil. Tanto que muitos optam por ir tentar a sorte noutro país. Mas se esquecermos a austeridade, a taxa de desemprego e todas essas coisas desagradáveis, Portugal é um óptimo lugar para se viver. Em quantos países do nosso Hemisfério, é possível passear na praia num dia de sol mesmo em Fevereiro, em pleno Inverno? Só mesmo por aqui...


Já não fazia uma caminhada, como a desta manhã, há bastante tempo. E valeu mesmo a pena. O sol aqueceu-me o corpo e o espírito, respirei a maresia, ouvi o bater das ondas, cansei-me mas soube-me mesmo bem. Cruzei-me com muitas outras pessoas que também aproveitavam esta fantástica manhã, em casal ou em família, a andar, a correr ou a surfar e até vi um rapaz que deu um mergulho. Vale ou não vale a pena viver em Portugal? É ou não possível ser feliz nestes breves momentos em comunhão com a natureza e em que mais nada interessa?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

Chuva no campo

Hoje viemos passar este sábado chuvoso para a casa que a família do A. tem numa aldeia do Oeste. Não dá muito para passear mas não deixa de ser agradável estar deitada a ouvir a chuva lá fora ou sentir o agradável aroma da terra molhada. E hoje utilizei, pela primeira vez, um objecto que sempre achei curioso, uma chaleira para aquecer água no fogão, daqueles bem redondinhas. Um objecto completamente vintage.
E que água quentinha que saiu de lá. Agora ao alomoço vamos aproveitar a churrasqueira para fazer um belo peixinho grelhado. Até agora só me faltou umas galochas bem fashion. Nem era preciso serem da Hunter, bastava aquelas do folheto do Jumbo, desde que água não entrasse!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

Pequenos prazeres

Quando era miúda, ligava pouco a comida. Nunca apreciei a vantagem de poder comer aquilo que o meu avô cultivava. Depois ele ficou doente, não havia ninguém para manter a horta e fui deixando de ter acesso a essa "agricultura biológica". E já não me lembro daqueles sabores. Só damos valor a algo, quando o perdemos não é?
Hoje em dia, felizmente, voltei a poder ter o prazer de comer legumes que sabem a legumes verdadeiros e não aquelas imitações que compramos no supermercado. O pai do A. tem uma pequena fazenda e uma hortinha e produz algumas coisas, batatas, abóboras, alfaces, tomates, pimentos. Hoje fiz uma salada de tomate que estava uma verdadeira delícia. E foi, de certeza, muito mais saudável do que se tivesse os ido ali ao supermercado comprá-los.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Noite na aldeia


Esta noite vim dormir à aldeia. Como o jantar foi um bocadinho exagerado, eu e o A. fomos dar uma volta a pé. A noite, aqui, tem qualquer coisa de mágico. O céu nocturno numa aldeia não tem nada a ver com o céu da cidade. Como a iluminação é muito menos intensa, consegue-se descobrir um número muito maior de estrelas. Mas a surpresa maior estava reservada para o regresso a casa. Quando estavámos a passar pelo pátio para irmos para casa, notei um estranho brilho que parecia voar entre as árvores do pátio. Eram pirilampos, um insecto que sempre me fascinou. Já não via pirilampos desde a minha infância (nem digo há quantos anos foi). Acho mesmo giro ver aquelas luzinhas a piscar no ar. Consegui perceber que esvoaçavam por ali 2 ou 3 destes insectos luminosos. Uma característica muito prática, aquela "lanterninha".

Imagem daqui

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Depois de 1 semana de ausência

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade", Carlos Drummond de Andrade"

Bonita frase! Compartilho desta ideia. Mesmo quando, aparentemente, não há motivos para nos sentirmos felizes, podemos e devemos ser felizes. E acabar o dia com esta imagem, sentindo o maravilhoso aroma das dunas, também dá um empurrãozinho à felicidade:

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Aproveitando o sol de Inverno...

Ontem foi dia de ir passear ao campo, à terra da família do A.. Apesar de ser Inverno, o sol tem dado um ar da sua graça convidando a passeios. Cada vez que vamos à terra é "obrigatório" ir à fazenda. É de lá que vêm as abóboras e as maçãs que eu transformei em doce aqui há uns meses. A verdade é que a natureza, no Inverno, não é assim muito bonita. Quer dizer, tem uma beleza muito particular.

As árvores foram podadas e não têm nem 1 folhinha para amostra. Na verdade, a natureza é assim, primeiro tem que "morrer" para poder renascer. florescer e frutificar na Primavera.
A nossa vida também é assim, muitas vezes temos que deixar "morrer" parte de nós para nos podermos renovar e sermos pessoas diferentes, melhores.
Felizmente não há mal que sempre dure e daqui por alguns meses, quando voltar à fazenda, já encontrarei esta imagem diferente

As folhas serão mais que muitas e já não saberei o que fazer a tanta fruta. Ainda bem que é assim. Como diria Lavoisier:
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".



P.S. - Actualização no meu blogue "Nas tuas margens..."

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fruto da Paixão




Só ontem é que tive oportunidade de ver o episódio do Masterchef Portugal do sábado passado. A dada altura são apresentados, ao concorrente Mauro, 3 possíveis ingredientes para uma prova de criatividade cujo tema era o romance. Qual não foi o meu espanto quando o chefe Ljubomir Stanisic dá esta explicação para se considerar o Maracujá como fruto da paixão: "Maracujá, Chamado fruto de paixão por várias razões e pelo sabor, ao mesmo tempo, doce e ácido, Também porque tem que ser partilhado. Quando abrimos um maracujá tem que ser pelo meio e sobram sempre duas metades. É aquilo que é o amor e a paixão, partilha." Ora que palavras bonitas, muito televisivas mas realmente não podia estar mais errado.




A designação de fruto da paixão não tem nada a ver com a paixão entre homem e mulher (ou outras combinações possíveis) mas sim com a paixão de Cristo (no sentido de sofrimento de Cristo). Este nome surgiu quando os missionários europeus conheceram a árvore que dá os maracujás e acharam que a sua flor simbolizava a paixão de Cristo como se explica aqui:

«No livro “Delícias do Descobrimento – a gastronomia brasileira no século XVI” (Ed. Zahar) a autora Sheila Moura explica a associação: “A coroa floral representava a coroa de espinhos, os três estigmas da flor simbolizavam os três cravos que prenderam Cristo na cruz; e as cinco anteras florais, as cinco chagas de Cristo; as gavinhas eram os chicotes com que o açoitaram e o fruto redondo representa o mundo que Cristo veio salvar”. »






Mais uma prova de como a língua portuguesa é tão rica (e traiçoeira), há muitos tipos de paixão.



Já agora só acrescentar que o nome científico desta planta é Passiflora. A espécie comestível chama-se Passiflora edulis. Também existe uma outra espécie, Passiflora incarnata, que é usada em fitoterapia, pelas suas propriedades tranquilizantes. Estas são as 2 espécies mais conhecidas mas existem cerca de 500 espécies diferentes.

domingo, 7 de novembro de 2010

A luta pela sobrevivência








Pescadores e gaivotas enfrentam-se para ver quem leva a melhor. Quer uns quer outras tiram o seu sustento do mar. Esta manhã de domingo, junto ao mar, trouxe-me este espectáculo. Até hoje só tinha visto o peixe na banca da praça ou já no prato. Hoje vi-o chegar do mar...

domingo, 21 de março de 2010

Almoço no campo





Quando se trabalha num local com bom ambiente, as colegas vão-se tornando amigas especiais. Hoje celebrou-se os 25 anos de uma jovem muito querida. No almoço estavam cerca de 50 pessoas entre família e amigos. Quando chegámos demos uma voltinha para conhecer os habitantes da quinta, patos, galinhas, pavões, gansos e umas cabrinhas bem giras como a "Branquinha" que é muito fotogénica. A família da A. gosta muito de fazer estas festas e de se rodearem das pessoas de que gostam. A comida era maravilhosa desde os salgados aos doces, não provei nada que não fosse bom... Um verdadeiro atentado à dieta. E quando as coisas são feitas com amor, esse amor intensifica o sabor... E o amor que une a família nota-se, transparece e multiplica-se. Ainda por cima, quando acordam, dão-se com esta paisagem...



domingo, 28 de fevereiro de 2010

Depois da tempestade, vem a bonança

Um dia há alertas vermelhos e laranjas distribuídos pelo país, chove e o vento atinge grandes velocidades derrubando árvores e arrancando telhados um pouco por todo o lado. Mas para ilustrar o ditado popular, hoje é dia de bonança. O dia amanhece com raios de sol e eu vou passear para a praia...
Adenda: O São Pedro é um brincalhão, mandou o Sol de manhã só para eu me levantar mas agora carregou o céu todo de nuvens, outra vez. Se calhar o passeio na praia tem de ficar para outro dia.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fonte da Telha

Imagens do meu passeio pela mata no fim de semana passado. O mar tem tanto de belo como de assustador mas não há nada mais bonito nem mais tranquilizador que olhar para as ondas do mar...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

E...

... já vai cheirando a Inverno! A noite passada, quando regressava a casa, senti frio. Quase que não me lembrava como era a sensação!

sábado, 22 de agosto de 2009

Curiosidades da natureza

Este sábado andei pelo campo. Vou passar parte do fim de semana numa simpática e pacata aldeia do Ribatejo. Esta imagem foi tirada debaixo das raízes de uma árvore. Nesta rua há várias árvores que sobrevivem quase sem terra nas raízes. Impressionante força da natureza...

domingo, 28 de junho de 2009

Humidade do ar 94%


Há pouco vi neste site que a humidade do ar em Lisboa era de 94%. Hoje bem me pareceu que estava a viver num país tropical. Mal se conseguia respirar.
(foto retirada daqui)

Perdida no pinhal

Hoje está um lindo dia para não ir à praia. A alternativa para respirar um pouco de ar puro foi um passeio pelo pinhal. Infelizmente esqueci-me da máquina fotografica mas, como me disseram em tempos, as melhores fotografias são as que ficam na memória. Agora o difícil vai ser mostrar aqui a minha memória. Na verdade, há coisas que não se podem retratar por imagens estáticas... o som do chilrear dos pássaros, a sensação das gotas de água que caem das árvores em cima da pele, o aroma que as plantas exalam... ou a humidade que se sente no ar e a adrenalina de andar perdida no meio de árvores e arbustos sem saber como sair dali. Só é pena que não possam ver os vários tons de verde(e alguns tons de laranja também) que vi à minha volta, as ondas do mar lá ao fundo e o horizonte... E respirar aquele ar tão mais puro do que o ar que respiro durante a semana... E a alegria de chegar, finalmente, ao carro.

Também poderá gostar de

Related Posts with Thumbnails