terça-feira, 15 de junho de 2010

Novo layout

O Blogger teve a simpatia de apresentar um designer de modelos novo. Para mim foi uma excelente notícia porque andava com alguma vontade de mudar o aspecto do blogue. Desde ontem que tenho feito várias tentativas mas ainda não está perfeito. Ainda não vai ficar por aqui...
(vontade de falar de tudo menos do Mundial... e da figura que a equipa das quinas está a fazer...)

Edward Maya feat Vika Jigulina - Stereo Love





Para mim, esta é a banda sonora deste Verão. Mesmo sem ver o video já me lembrava o calor, a praia, o mar...

sábado, 12 de junho de 2010

Pena suspensa

Já quase que me tinha esquecido deste dia mas aqui há dias apanhei um susto quando abri a caixa do correio e encontrei um aviso para levantar uma carta da Autoridade Nacional da Segurança Rodiviária. Bom, aí comecei a ver a minha vida a andar para trás e a imaginar-me um par de meses inibida de conduzir. Ora lá arranjei coragem para ir aos correios para receber a notificação. Abri a carta e deparei-me com um texto com letra miudinha, miudinha... E fui lendo por aí a baixo a descrição da contra-ordenação por excesso de velocidade. Lá consegui descobrir a decisão:

"Os factos descritos e provados não permitem concluir que a infracção tenha sido praticada com dolo (ufa), mas subsiste a negligência, porquanto o (a) arguido(a) não procedeu com o cuidado a que estava obrigado (é verdade, não há como negar). A negligência é sancionável nos termos do artº 133º do Código da Estrada.

Nestes termos , ponderados os elementos determinantes da medida de sanção constantes no artº 139º do Código da Estrada (nomeadamente, o facto do arguido não ter averbado no seu registo de condutor a prática de qualquer contra-ordenação grave ou muito grave (felizmente)), determino:

- A aplicação ao arguido da sanção acessória de conduzir pelo período de 30 dias, suspendendo-se a execução da mesma por um período de 180 dias, não condicionada a prestação de caução boa conduta"


O que quer dizer que se, durante os próximos 180 dias se cruzarem com um Honda Jazz a cumprir todos os limites de velocidade há uma elevada probabilidade de ser eu. O que é caricato é que se eu fosse um verdadeiro perigo para a estrada, andava a conduzir durante um ano sem qualquer sanção. A justiça neste país é rápida...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O que é ser português?

As respostas a esta pergunta encerraram o Telejornal da RTP desta noite, 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas (espalhadas por esse mundo fora). E eu fiquei a pensar se era capaz de responder a esta pergunta. Ser português é aceitar as agruras da vida como inevitáveis porque a vida é assim, um Fado. Ser português é ser acolhedor e receber todos com um sorriso. Ser português é sentir orgulho quando um português é reconhecido no estrangeiro seja na música, na ciência ou no futebol. Ser português é ficar emocionada por encontrar um cartaz de Mariza numa rua de Munique ou por beber um café Delta numa esplanada de Madrid. Ser português é olhar o mar imenso e sentir o mesmo apelo que os navegadores portugueses para partir e descobrir que mistérios se escondem depois do horizonte...

Apetece-me mudar de atitude...

No meu trabalho deparo-me com situações que me levam a actuar como infinita paciência. Como se fosse uma "madre Teresa de Calcutá"... E isso, às vezes, cansa e desgasta...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Trapalhada

Nos últimos dias falou-se nas alterações de comparticipações dos medicamentos. As medidas foram tomadas com tanta pressa que as comparticipações estão numa trapalhada tal que ninguém entende os conceitos que conduziram às regras actuais. Desconfio que nem quem redigiu a portaria percebeu muito bem. E é bem capaz de o Estado aumentar ainda mais a despesa com os medicamentos. Lá se vai a minha teoria de que as mulheres são melhores gestoras, afinal quem manda na saúde é uma mulher e o resultado podia ser bem melhor....

domingo, 6 de junho de 2010

Se uma gaivota voasse...


Ontem fui, por acaso, a um bar que tinha Karaoke. Por lá ficámos pouco mais de uma hora bebendo um mojito e uma marguerita. Ainda ouvimos alguns participantes mas que me pareciam habitués daquilo tipo de entretenimento. A minha maior surpresa foi quando o animador cantou a música"Gaivota" na versão do projecto Amália Hoje. Realmente percebemos que um grupo alcançou o sucesso quando é cantado numa noite de Karaoke....

sexta-feira, 4 de junho de 2010

"Catarina de Bragança" de Isabel Stilwell


Como diz no subtítulo, este livro conta a história de coragem de uma infanta portuguesa que se tornou rainha de Inglaterra. Catarina nasceu filha de um duque mas, aos dois anos, tornou no rei de Portugal, D. João IV. Cresceu num país em turbulência e lutando para manter a independência. Chorou a morte de entes queridos. Sonhou com o homem que lhe estava destinado e apaixonou-se sem sequer o conhecer. E em vez de viver uma linda história de amor, sofreu muitas desilusões mas nunca deixou de o amar.
Sinopse:
"Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já tinham partido deste mundo e dos ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer.
Por ele sofreu num país do qual desconhecia a língua, os costumes e onde a sua religião era condenada. Assistiu às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro. Catarina não conseguiu cumprir o único objectivo que, como mulher e rainha, lhe era exigido. Se ao menos não o amasse tanto!, pensava nas noites mais longas e tristes..."
Isabel Stilweel conduz-nos ao longo da vida desta mulher pequena em estatura mas grande em coragem e força. A autora faz-nos sentir as alegrias e as dores de Catarina como se fossem nossas. Um maravilhoso romance histórico...

Feriado no sol


O feriado não foi passado na praia como seria de esperar mas também foi passado ao sol. Fui dormir a uma aldeia bem bonita, acordei ao som dos passarinhos e dei uma voltinha pelo campo. O almoço foi um belo linguado grelhado, um dos meus peixes preferidos. Durante a tarde, dormitei na relva e li à sombra de uma nespereira. A isto chamo eu... qualidade de vida!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Estou a ficar velha

A caminhar a passos largos para a segunda metade dos 30, comecei a pensar seriamente no envelhecimento. Aqui há semanas descobri cabelos brancos, as rugas de expressão no meio da testa estão cada vez mais acentuadas, as pernas vão-se ressentido de 11 anos a trabalhar de pé, o número da roupa aumentou... e ainda tinha tanta coisa para fazer e o tempo parece que foge, os dias passam cada vez mais depressa... Por outro lado os anos foram-me dando uma serenidade e uma tranquilidade maiores para enfrentar a vida (pelo menos os momentos de stress já são muito menos)... os anos sempre haviam de servir para alguma coisa!

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