terça-feira, 7 de setembro de 2010

Noruega 1 - Portugal 0

Bonito resultado não haja dúvida... Ou põe a casa em ordem ou vamos ver Polónia ou a Ucrania por um canudo... e grande. O melhor é arranjarem uma mulher para mandar na Federação, andava tudo direitinho...

domingo, 5 de setembro de 2010

Encantadoras...

1ª Cena - Eu, F. (9 anos) e uma caixa de chocolates vienense com a imagem do Mozart

F. - Posso comer um chocolate

Eu - Claro. Sabes quem esse senhor?

F. (já com o chocolate na boca) - Não

Eu - O Mozart viveu há muitos anos e compôs músicas muito bonitas.

F. - Que músicas?

Eu - Aquelas músicas que se tocam com piano, violinos, flautas e esse tipo de instrumentos.

F. - Ah... não gosto nada dessas músicas.

2ª Cena - Eu e a M. (quase 3 anos) ao meu colo

Eu - Quem é a coisinha fofa da madrinha?

M. (com um sorriso maroto) - Sou eu

E, de seguida, um enorme xi-coração à madrinha babosa...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Será mesmo?! (II)

E pronto culpados e sentenciados a penas de prisão. Agora se as vão cumprir é que eu já tenho muitas, muitas, muitas dúvidas....

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Será mesmo?!

Em 2002, começou-se a ouvir falar da pedófilia na Casa Pia. Os suspeitos foram aparecendo e o país foi surpreendido pela suspeita de envolvimento do "Senhor Televisão", Carlos Cruz. Investigações, prisões preventivas e por aí fora e, em 2004, o julgamento tem ínicio. Ao fim de 6 anos, 460 sessões, milhares de horas e 273 volumes (mais 588 apensos) o julgamento chega ao fim amanhã. Depois de se andar tanto tempo a gastar os recursos do país, a sentença vai ser lida. Agora a minha dúvida é: Vamos mesmo saber a verdade? Todos os culpados serão condenados? Ou no fim vamos perceber que "a montanha pariu um rato" (que é como quem diz, o tal Bibi)? E só acredito que a sentença vai ser proferida quando ouvir, acho que à última hora ainda vai acontecer qualquer coisa e não se lê a sentença... palpites. Obviamente, que o caso não vai acabar aqui. A seguir vão aparecer recursos e mais recursos e vamos continuar a ocupar a nossa justiça com este caso. Acredito que haveria muitos mais para levar a tribunal. Infelizmente este caso não deve ter sido suficiente para acabar com a pedófilia nas instituições de acolhimento de crianças e jovens. Haverá sempre quem se queira aproveitar dos mais fracos da sociedade...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Budapeste, uma verdadeira "princesa do Danúbio"

Hoje recomecei a trabalhar depois das férias. Comecei o dia a contar as minhas impressões da minha viagem e ainda não vos tinha falado da cidade que me tocou mais o coração. Apesar de ter gostado das outras cidades, Budapeste é uma cidade especial. Não sei explicar porquê... Talvez pela presença tão viva do Rio Danúbio, pelas pontes que ligam Buda e Peste, pelas diferenças entre as duas partes da cidade, pelas ruas, pela história de lutas dos húngaros... mas, melhor que eu, encontrei estas palavras de Cláudio Magris, autor do livro que tenho à cabeceira:


"Budapeste é a mais bela cidade do Danúbio, uma sábia auto-encenação, como Viena, mas com uma substância robusta e uma vitalidade desconhecida da sua rival austríaca. Budapeste dá a sensação física da capital, com uma altivez e uma imponência de cidade protagonista da história"

Este edifício maravilhoso é o Parlamento de Budapeste. Vê-lo do rio é de nos deixar sem palavras...


Até um dia, Budapeste...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Prémio Humanitário Bob Hope

Ontem, ao assistir aos noticiários, apercebi que George Clooney tinha sido homenageado na cerimónia de entrega dos prémios Emmy (tipo oscares da televisão) recebendo o Prémio Humanitário Bob Hope. Clooney recebeu este prémio pelo seu papel activo em várias causas humanitárias como sejam a situação do Darfur, o terramoto do Haiti, o furacão Katrina, ataques de 11 de Setembro de 2001, por exemplo. Uma das frases que me chamou a atenção foi mais ou menos assim:

"Quando acontece uma catástofre, todas as pessoas querem ajudar, todos os que estão nesta sala querem ajudar mas e 5 anos depois?"


E tem toda a razão, quem precisa de ajuda, precisa durante muito tempo e são poucos os que continuam a ajudar ao longo do tempo. E George Clonney, para além de charmoso, tem bom coração e é humano, sabe pôr a sua imagem e visibilidade privilegiada ao serviço dos outros. Prémio bem merecido.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

À beira mar plantada...

Nós, portugueses, nem damos o devido valor ao bem que é viver neste país à beira mar. Mesmo quem vive no interior, em poucas horas, consegue chegar ao mar. Depois de ter passado uma semana no centro a Europa, parece-me que comecei a dar mais valor a este bem precioso que é a nossa costa. Aquelas pessoas tèm que percorrer, pelo menos, o dobro dos quilómetros que cá em Portugal, e mudar de país para poderem encontrar uma praia de mar. Acredito que muitas pessoas nunca cheguem a saber como é bom sentir a areia nos pés ou as ondas a baterem nas pernas, que nunca ouviram o som do mar e das gaivotas, que nunca sentiram aquele cheiro a mar que é tão bom. Poucos prazeres se comparam a comer um belo peixe grelhado numa esplanada com o mar ao fundo...


sábado, 28 de agosto de 2010

Dia perfeito

As férias estão quase no fim e é preciso aproveitar plenamente os últimos bons momentos. E ontem foi um desses momentos. Apesar de o meu namorado ter casa perto da praia, ontem escolhemos uma praia diferente, Portinho da Arrábida. Só o caminho para chegar até lá já é fantástico, pelo meio da Serra da Arrábida e depois chegando lá é tudo tão pitoresco, as casinhas, os barcos ancorados... E a cereja no topo do bolo é aquela água calminha, quase sem ondulação mesmo para mim que tenho medo da água e nado muito bem, assim estilo prego...
O pior são as pedras, há imensas pedras até chegar à água e mesmo já na água temos que andar a escolher o caminho mas, mesmo assim, é uma praia muito agradável. O meu amor teve uma ideia óptima. Uma tarde muito bem passada... Os últimos dias de Agosto começam a lembrar que o Verão está no fim, não é?!
E, para finalizar um dia perfeito, à noite fomos a um bar de praia. A noite não estava muito fria, havia uma brisa suave e estava-se bem na esplanada. Para beber escolhi uma caipiblack, foi a primeira vez que provei. Normalmente bebo caipirosca, num bar, ou caipirinha, quando faço em casa. Não fazia ideia do que é que continha, ainda não me tinha apercebido que havia Vodka Negro. O sabor é diferente, gostei mas ainda continuo a preferir caipirosca ou caipirinha. Já beberam Caipiblack? Acham que sabe a quê?


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Viena, Cidade Imperial



Viena não foi, ao contrário de Praga e de Budapeste, uma grande surpresa. Já tinha uma ideia do que encontrar, belos jardins, avenidas amplas, grandes e maravilhosos palácios... Como diria Anna, a nossa guia húngara, "tudo brilha, tudo bonito". Quase podiamos pensar que a família Habsburg ainda dominava por ali. Mesmo assim Viena merece uma visita mais aprofundada para poder ver o interior dos palácios e os museus. Só vi o interior da Ópera da qual, a sala de espectaculos por exemplo, já não corresponde ao aspecto original porque foi destruída durante a II Guerra Mundial e foi restaurada numa época de dificuldades económicas logo ficou com um aspecto bem mais modesto do que o resto do edifício.






Se, por acaso, forem a Viena, não deixem de percorrer a Graben e as suas lojas fantásticas e comer este bolo de chocolate, bem bom, a Sachertorte, criado no Hotel Sacher...







E não se esqueçam de passar por aqui para descobrirem mais imagens

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"As intermitências da morte", de José Saramago

Só depois de José Saramago ter morrido é que tive coragem de ler uma das suas obras. E só li por influência de uma amiga que é fã. Seguindo o seu conselho foi por "As intermitências da Morte" que comecei. Embora tenha levado mais tempo a ler do que é habitual, já comecei num período de muito trabalho, gostei muito. Saramago leva-nos a pensar em como seria se a morte deixasse de existir. Todos temos medo da morte e, como é óbvio, sofremos quando morre alguém que amamos mas a morte é necessária para manter o equilíbrio. Como ele demonstra, se a morte acabasse, seria uma situação complicada de resolver. Quem estivesse muito doente poderia ficar eternamente em sofrimento, por exemplo. As pessoas continuariam a envelhecer e os lares iam rebentar pelas costuras... enfim um série de problemas. Adorei quando as pessoas começam a arranjar subterfúgios para poderem resolver estes problemas e também adorei quando a morte começa a ser uma personagem ainda mais interveniente. Para ler Saramago, é preciso muita atenção porque se nos distraimos já não percebemos mais nada. Passei bons momentos com este livro. Sou capaz de repetir a experiência...



"No dia seguinte ninguém morreu. O facto, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme,..."

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