"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" Charles Chaplin
domingo, 2 de fevereiro de 2014
"Verão Quente" em Fevereiro
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dia Mundial do Livro
terça-feira, 12 de março de 2013
Livros ou ansióliticos
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Prémio SPA para José Luís Peixoto
Para celebrar este prémio deixo-vos um dos seus poemas.
fico admirado quando alguém, por acaso e quase sempre
sem motivo, me diz que não sabe o que é o amor.
eu sei exactamente o que é o amor. o amor é saber
que existe uma parte de nós que deixou de nos pertencer.
o amor é saber que vamos perdoar tudo a essa parte
de nós que não é nossa. o amor é sermos fracos.
o amor é ter medo e querer morrer.
José Luís Peixoto in A Criança em Ruínas
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Já estou cheia de saudades
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
"Tentação"
quarta-feira, 9 de maio de 2012
O dia de ontem
De manhã lá me resolvi a ir com o carro à oficina para perceber que barulho era aquele que já se ouvia há uns tempos. Afinal não era nada de mais e resolveu-se rapidamente.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Das Galveias para o Mundo
quarta-feira, 21 de março de 2012
X
Mais largo o espaço, o sol mais criador
Mais refulgente a lua, o mar maior,
Mais cavadas as ondas mais belas;
Mais amplas mais rasgadas as janelas
Das almas, mais rosais a abrir em flor,
Mais montanhas mais asas de condor,
Mais sangue sobre a cruz das caravelas
E abrir os braços e viver a vida
quanto mais funda e lúgubre a descida
mais alta é a ladeira que não cansa!
E, acabada a tarefa... em paz, contente,
Um dia adormecer, serenamente,
Como dorme no berço uma criança!
Florbela Espanca
Porque hoje é Dia Mundial da Poesia, deixo-vos um soneto da minha poetisa preferida. Para mim a poesia é a arte de tornar simples palavras em música literária.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Voltar à infância
Mais uma ideia de poupança, recorra às bibliotecas!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Carlos Drummond de Andrade nasceu há 109 anos
Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro inquieto, vivo.
Ele está cá dentro e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
Carlos Drummond de Andrade
Este grande poeta da Língua Portuguesa (do outro lado do oceano) faria, hoje, 109 anos. Temos uma coisa em comum... não eu não escrevo poemas tão belos. Parece que ele era formado em farmácia embora não tenha trabalhado nessa área. Esta manhã a TSF transmitiu uma versão muito especial do poema No meio do caminho.
Um poeta a descobrir.
domingo, 8 de maio de 2011
Uma tarde em cheio
A Feira do Livro tem muitos incentivos para quem gosta de ler. Os preços de Feira são sempre mais baixos do que o normal. Em todos os stands há sempre o Livro do Dia que tem um desconto ainda maior. E há ainda a possibilidade e contactar com inúmeros autores e trazer um livro autografado. Ontem estavam anunciadas muitas sessões de autógrafos principalmente na Praça Leya (grupo que engloba muitas editoras). Infelizmente alguns estavam atrasados. Eu tive a sorte de estarem por lá 2 autores portugueses que comecei a ler há pouco, João Tordo e José Luís Peixoto. O problema é que eles se atrasaram um pouco e eu andei da Praça Leya para a área da Bertrand para ver quem chegava primeiro.
O João Tordo foi simpático mas não consigo ler quase nada do que ele escreveu (e se eu estou habituada a letras difíceis). Para conseguir os livros autografados do José Luís Peixoto tive que esperar quase 40 minutos. Para além do atraso e das pessoas que já lá estavam, ele conversa imenso com os leitores, é uma pessoa muito acessível, explica a história do livro que o leitor comprou, não é só assinar e andar, nota-se que ele gosta do contacto com o público. Valeu bem a pena esperar.
Agora já tenho leitura para mais uns tempos.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Caderneta de cromos

terça-feira, 16 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
"O Bom Inverno", de João Tordo
terça-feira, 28 de setembro de 2010
"As três vidas", João Tordo
A primeira vez que ouvi falar de João Tordo foi no programa "Ping Pong Top", do canal Q, o canal das oduções Fictícias. João Tordo deu uma entrevista bem divertida a Patrícia Muller e a Hugo Gonçalves falando do novo livro "O Bom Inverno". Como fiquei curiosa fui descobrindo várias coisas, João Tordo é filho do cantor Fernando Tordo, nasceu em 1975 e ganhou o Prémio José Saramago 2009 com este romance "As três vidas", o seu terceiro romance. João Tordo representa uma nova geração de escritores e é, nas suas próprias palavras, "um gajo que conta histórias" (na revista Visão). João Tordo é um excelente e imaginativo contador de histórias. "As três vidas" é um romance repleto de mistérios que se vão desenrolando ao longo de muitos anos, atravessando períodos marcantes da História do século XX e do ínicio do século XXI. A imaginação do autor surpreende-nos a cada página e, quando não conseguimos perceber como ele vai desenrolar o novelo da história, eis que surge uma solução inacreditável. O narrador é um jovem secretário, sem nome, que começa a trabalhar com o misterioso António Augusto Milhouse Pascal. Durante muito tempo não consegue compreender qual é o trabalho que o patrão executa. Sempre presente está Artur, o jardineiro e motorista, quase tão misterioso como Milhouse Pascal. Os clientes, que são ricos, perigosos e loucos vêm e vão. O conhecimento que o jovem trava com os netos de Milhouse Pascal influenciará o seu discernimento e as suas decisões. Uma história que diicilmente se consegue deixar de ler..."Ainda hoje, sempre que o mundo se apresenta como um espectáculo enfadonho e miserável, sou incapaz de resistir à tentação de relembrar o tempo em que, por força da necessidade, fui obrigado a aprender a difícil arte do funambulismo. Esses anos, que considero terem sido excepcionais - e, ocasionalmente, marcados por acontecimentos funestos -, deixaram-me num estado de melancolia crónica no qual, embora dele tenha procurado escapar, acabo inevitalmente por voltar a cair. (...) Bastará dizer que não recordo um tempo em que a vida tenha sido particularmente feliz, mas que sou incapaz de esquecer cada hora que passei na companhia de António Augusto Milhouse Pascal"
"Se eu fosse um homem diferente, com mais imaginação, talvez pudesse acreditar - e fazer-vos acreditar -que os mistérios que perpassaram esta narrativa irão um dia encontrar a sua resposta: estou convencido, contudo, de que muitas coisas permanecem eternamente veladas e, com o passar do tempo, aprendi a viver com esta resignação"
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
"Danúbio" de Cláudio Magris
"Nos anos 80, Cláudio Magris realizou uma viagem seguindo o rio Danúbio. Ao longo de um percurso que atravessa a Alemanha, a Áustria, a Hungria, as antigas Checoslováquia e Jugoslávia, a Roménia e a Bulgária, o autor alterna o relato de episódios significativos com descrições da paisagem física e cultural, até formar uma malha de ideias que aproxima esses países num espaço comum. Neste périplo misturam-se o ensaio, o romance, o diário e a literatura de viagens, e aparecem paisagens, paixões, encontros, reflexões... Uma viagem "sentimental" em que Magris explora o conceito da Mitteleuropa fundamental para a compreensão da cultura europeia"
Este livro foi uma experiência de leitura muito diferente daquilo que eu estou habituada. Em vez de ter uma história como linha condutora, a linha condutora é o próprio rio e a relação das cidades, dos intelectuais, dos que estão de passagem ou dos locais, com o rio. A viagem que o autor empreende começa na Floresta Negra e segue até ao delta onde o rio se junta com o Mar Negro. Mais do que uma viagem física ou sentimental, a verdadeira viagem é intelectual já que vamos descobrindo todos os autores que já escreveram sobre o Danúbio ou que foram influenciados pela proximidade com o rio nas suas obras. Não foi um livro fácil de ler mas valeu a pena acompanhar Cláudio Magris nesta viagem, quase como se fizesse um cruzeiro no Danúbio...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
"As intermitências da morte", de José Saramago
"No dia seguinte ninguém morreu. O facto, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme,..."
terça-feira, 29 de junho de 2010
Aniversário de Antoine de Saint-Exupéry
Antoine de Saint-Exupéry





