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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ano novo, vida nova... para o blogue


Se eu fosse pessoa de fazer resoluções de ano novo, uma delas seria dar um novo fôlego ao blogue. No ano passado não andei muito blogosférica e tenho pena. O blogue foi primordial para mim, para a pessoa que sou hoje e para tudo o que vivi nos últimos sete anos. Em 2013 o meu entusiasmo com o blogue foi diminuindo progressivamente tendo publicado apenas 90 posts, praticamente metade das publicações de 2012. A vida diária, com todas as preocupações e dramas, a famosa conjectura nacional e internacional deram-me cada vez menos motivos para acreditar que "é possível ser feliz..."; daí ter escrito cada vez menos, achei que o título do blogue já não fazia muito sentido. Mas o tempo presente não é para tristezas. Há um novo ano, com 12 meses e 365 dias completamente vazios para encher de vida e de momentos felizes. Vou procurar encontrar, em cada instante, dar um novo sentido a esta frase que serviu de mote para ir construindo este blogue. Não sei se conseguirei mas prometo tentar!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aconteça o que acontecer, eu vou continuar

Este blogue, nos últimos tempos, tem andado agonizante. Tenho pensado muito sobre o que fazer com ele: deixá-lo morrer; mudá-lo de "casa"; ressuscitá-lo... A finalidade primeira do blogue - exorcizar fantasmas do passado e enfrentar o desafio de viver sozinha - já foi ultrapassada há muito. No entanto, tenho muita pena de o deixar morrer porque, na verdade, foi mesmo através do blogue que eu descobri que o título "É possível ser feliz..." fazia todo o sentido. Cheguei à conclusão que, se evolui e cresci, o blogue cresceu comigo e transformou-se. Para além de um espaço de desabafo, o blogue é um espaço que me permite expor opiniões, partilhar aquilo que me dá prazer seja uma comida, uma bebida, um livro, uma frase ou um momento especial. Sendo assim, apesar de todos os impedimentos de tempo (real ou psicológico), vou tentar ressuscitá-lo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Centésima feliz seguidora

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Até nem é grande feito, 100 seguidores em quase 6 anos mas como este é um blogue modesto por isso é motivo suficiente para festejar. A feliz comtemplada com o prémio prometido é a Turista Acidental. Adoro o nome do blogue já que é um título que também me assentava bem. Estou a conhecer o blogue já que o conheço há pouco tempo para depois publicar um texto dedicado à Turista Acidental

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sejam felizes... todos os dias

A digitalização não é das melhores mas não podia deixar de partilhar este postal que recebi, através do meu hobby/vício do PostCrossing
Este simpático postal chegou da Tailândia e esta frase tem tudo a ver com o espírito que deu origem a este blogue, embora um pouco adormecido nos últimos tempos. Por isso aqui fica a frase para quem me lê:

I want you be happy everyday.

E para ficarem ainda mais felizes, e tendo em conta que o número de seguidores tem vindo a aumentar nos últimos dias, relembro que este desafio ainda está válido. Quem se arrisca a ser o 100º seguidor?!


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

PPC 2012



Mais uma vez decidi participar no Polar Postcrossing do blogue Quadripolaridades. Todos os anos o PPC é um sucesso e já faz parte dos rituais de Natal da Blogosfera. Este ano, a última contagem de participações ia em 1023. A Ursa e o seu Mámen fartaram-se de trabalhar mas espero que se tenham divertido. Eu já cumpri o meu dever e os postais seguiram na 3ª feira. O pior foi explicar à pessoa que me levou os envelopes para o correio porque é que enviava um postal para o Pólo Norte ;).
Agora só espero que os CTT também cumpram o seu dever e entreguem os postais a tempo, antes do Natal. Senão não respondo pelos meus actos!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Folhas levadas pelo vento

Desde que a avó falecera, ela nunca mais voltara àquela casa. Já tinham passado quase 30 anos. Quando era miúda sentia-se imensamente feliz por lá e adorava estar com os avós. Durante a sua infância e adolescência, assim que acabavam as aulas, não descansava enquanto os pais não a levavam para a aldeia onde passava, praticamente, todo o Verão. No jardim, sempre bem cuidado, a sua árvore preferida era o velho plátano. O seu avô arranjou-lhe um banco de madeira, onde se colocavam almofadões no Verão, para ela poder estar confortavelmente instalada ali mesmo, na sombra do plátano. Aí ela passava grande parte dos dias de férias na aldeia, era o seu refúgio, onde ela sonhava com o futuro. Ali chorou quando perdeu o avô e, alguns anos mais tarde, a avó. Quando isso aconteceu, não mais fora capaz de lá regressar.

Sem eles, a casa já não era um lar acolhedor. O rádio do avô já não enchia o silêncio e a cozinha já não cheirava a bolos acabados de fazer. Até o banco do plátano desaparecera. O primeiro beijo dera-o ali mesmo, ao seu primeiro amor, no Verão dos seus 16 anos. Ele era um pouco mais velho e também passava o Verão na aldeia. Já em pequenos tinham brincado juntos mas, durante os primeiros anos da adolescência, não se tinham cruzado. Naquele longínquo e quente dia de Julho, quando se reencontraram, a química foi imediata e não se largaram todo o Verão descobrindo juntos o que era o Amor. No banco do plátano, conversavam horas e horas até a avó dela achar que já era muito tarde e chamá-la para dormir. Numa dessas noites de Verão, engoliram o medo que os dominava e beijaram-se timidamente. Quando o Verão acabou despediram-se lavados em lágrimas, cada um para a sua cidade, entre promessas de cartas diárias e um reencontro no Verão seguinte. Mas as promessas foram arrastadas pelo vento do Outono, por novidades do ano escolar que começava e por novas centelhas de amor que adormeceram a doce lembrança daquele amor de Verão. Ela nunca gostara do Outono por isso mesmo. Era uma estação em que se sentia sempre nostálgica.

E, quis o destino, que se viesse despedir da casa dos avós precisamente em Outubro, no início do Outono, e não conseguia fugir da imensa melancolia que a invadia. A casa, onde fora tão feliz, ia ser vendida. A mãe e os tios tinham recebido uma proposta irrecusável nem percebera bem de quem. Nem sequer tinham posto a casa à venda, não percebia como é que alguém se lembrara de a querer comprar. Era a última hipótese de lá voltar, a escritura estava marcada para a semana seguinte. Durante todos os anos em que não voltara fisicamente, voltara em espírito. Sempre que a vida lhe trazia sofrimento, refugiava-se nas memórias daquele tempo e sentia uma vontade imensa de se refugiar na sombra do plátano. No momento da despedida, encostou-se ao tronco e passou em revista os piores e os melhores momentos da sua vida. Lançou-os ao vento como as folhas secas que caiam da árvore.
O sonho de se tornar escritora ficara pelo caminho e contentara-se em ser professora de português. Com vinte e poucos anos casara, vestida de noiva e numa igreja repleta, com aquele que considerara o “homem da sua vida” e com quem pensava envelhecer. O casamento durou 6 anos e acabara entre mentiras, traições e dor pela morte de mais um sonho. Uns anos mais tarde conhecera um homem maravilhoso com quem viveu 18 anos muito felizes mas a vida também o levara, abruptamente, através de um enfarte de miocárdio. De qualquer das vezes sentira vontade de morrer mas o amor dos filhos fora fundamental para ela se levantar. O amor dos filhos e a recordação da imagem de Filipe. Quando ficara sozinha, tivera muita vontade de o procurar, de saber o que tinha sido feito dele mas agora já era tarde para fantasiar como uma adolescente.

O ranger do portão a abrir sobressaltou-a mas pensou tratar-se do tio que lhe emprestara a chave. Sem se virar foi dizendo:

- Ainda nem sequer entrei em casa. O tio já vinha buscar a chave?

- Não, vim ver se eras mesmo tu ou se era uma partida do meu coração.

Ela sentiu um arrepio na espinha, só podia estar a sonhar. Aquela voz era muito parecida com a voz de Filipe. Não tinha coragem para se virar. A pessoa que entrara tocou-lhe no ombro:

- Desculpa se te assustei…

Sim, era mesmo o seu primeiro amor, mais velho, com rugas e cabelo grisalho mas com o mesmo olhar vivo e penetrante. Ela encarou-o mas estava sem palavras:

- Como é que possível… o que…

- Não sabes?! Sou eu que vou comprar esta casa. Vou mudar-me aqui para a aldeia e adoro esta casa, este jardim. Fui muito feliz aqui, sabes? – Disse ele fazendo-lhe um carinho no rosto. – Vamos entrar, temos mais de 30 anos para pôr em dia.

Os dois conversaram durante horas. Ele tinha ido trabalhar para a Alemanha e lá tinha casado mas agora estava divorciado. Depois do divórcio, Filipe olhou para a vida stressante e competitiva que levava e decidiu que era chegada a hora de trocar Frankfurt pela aldeia dos avós.

- Também alimentei a esperança de te reencontrar. Aos longos destes anos todos, quando passava por momentos difíceis no meu casamento, imaginava como seria se tivéssemos continuado juntos, como seria a nossa vida, como é que estarias… - disse ele.

Ela sorriu dizendo:

- Eu também me lembrei muitas vezes de ti mas agora já é tarde. Não podemos recuperar estes 30 anos.

- Tarde porquê? Lá porque estamos no Outono da vida não quer dizer que não seja possível sermos felizes. – E, aproximando-se dela, beijou-a com a mesma doçura de outrora.


Texto de ficção escrito para a Fábrica das Letras

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Despertar

Quando o dia se vai esvaindo e a luz do sol vai sendo substituindo pela escuridão da noite, tudo o  que se viveu, ao longo do dia, parece ficar mais pesado. Os conflitos, os problemas, as mágoas parecem aumentar de modo proporcional ao avanço das trevas. Assim que se deita a cabeça na almofada, o peso acentua-se de tal maneira que. muitas vezes não nos deixa adormecer. Quantos vezes se arranjam estratagemas para adiar a hora de deitar porque a essa hora todos os fantasmas do dia regressam para nos atormentar. E assim  aparece sempre mais qualquer coisa para fazer para deitar, apagar a luz e adormecer. O final do dia é como uma porta que se fecha e nos encerra, sozinhos, com os nossos receios e dramas.




Por isso é que eu prefiro o amanhecer. Quando a luz da manhã começa a entrar pelas frestas da janela arrasta consigo os momentos mais negros. Quanto mais aumenta o brilho do sol, mais insignificantes parecem os problemas que se agigantaram no dia anterior. Os raios de sol fazem renascer a esperança de um dia melhor e mais feliz que o anterior. A própria natureza se renova a cada manhã. Ao despertar, recomeço com esperança. Para mim um novo dia é mais uma oportunidade para ser feliz.

Reflexão subordinada ao tema Recomeços para a Fábrica de Letras


sábado, 21 de julho de 2012

Alergia ainda vira novela

Hoje está calor e é sábado. E aqui a Stiletto está na praia. Certo? Não, errado. Estou aqui na net, a escrever mas ninguém vai ler porque agora não é tempo de se estar preso ao pc. Só que eu fiquei em casa porque a minha alergia continua por cá. Depois do post anterior, já fui, novamente, ao médico. Desta feita ao hospital da minha zona. A médica que me atendeu foi muito simpática mas o problema ainda não ficou resolvido. Estive lá na 5ªfeira à noite, tomei um anti-histaminico e um corticosteroide em perfusão endovenosa mas saí de lá pouco melhor. Vim medicada com corticosteroide mais forte do que o que me haviam receitado no centro de saúde e mais anti-histaminico para toma oral mas as melhoras são muito lentas. A novela ainda não fica por aqui...

E ando de cabeça tão perdida que me esqueci de celebrar o aniversário do blogue que já foi no dia 18 de Julho. Foi aqui que começou já lá vão 5 anos. Mesmo atrasados, aqui ficam os parabéns a este "É possível ser feliz..."

terça-feira, 8 de maio de 2012

III Edição Escrita Online

Já estão abertas as inscrições para a III edição do Concurso Escrita Online. No blogue Escrita Online podem encontrar os textos vencedores da 2ª edição bem como as informações e o regulamento para poderem participar na 3º edição. Eu participei na 1ª edição tendo ficado num honroso 7º lugar em 11 concorrentes. Seja como for diverti-me muito participando neste desafio.
Se gostam de escrever e não têm medo de desafios, não hesitem... Inscrevam-se.

domingo, 8 de abril de 2012

Até aos 100

O blogue é o espelho da pessoa que o escreve. Tal como eu, este espaço não é ambicioso. Não sou obcecada com o número de visitas ou de seguidores. Mas, como quem não quer a coisa, sempre vou olhando ali para o cantinho dos seguidores. E já são 90. Pode parecer insignificante mas para mim é importante. Era menina para fazer uma brincadeira para assinalar os 100 seguidores (no remoto dia a que chegar a esse número). Então o 100° seguidor ganhará um kit de produtos de uma das melhores marcas de cosméticas presentes nas farmácias portuguesas e um texto especial elaborado a partir do seu blogue. Quem quiser participar é só seguir o "É possível ser feliz..."

quarta-feira, 7 de março de 2012

Visual renovado

Eu sei que ainda é só dia 7 de Março. Ainda faltam 2 semanas para chegar, oficialmente, a Primavera mas eu achei que já era altura de refrescar o visual aqui do "É possível ser feliz...". Eu sei que era óptimo, para a agricultura e para as reservas de água, que chovesse durante dias seguidos mas os dias de sol são infinitamente mais bonitos... e alegres.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Postcrossing - O meu postal já cá canta

 Recebi este presente em forma de postal da minha amiga secreta do Postcrossing organizado no Quadripolaridades que, hoje, já não é assim tão secreta. Ela é a Joana do blogue The Saturday Night Fever. O postal é muito  bonito e as palavras da Joana foram muito simpáticas.
Obrigada,  Joana. Um Feliz Natal para ti tambén.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quem ajuda uma blogger em apuros?!

Será que alguém me sabe explicar porque é que o meu blogue aparece desconfigurado? O design que eu escolhi tem 3 colunas mas agora só aparecem os posts, no centro. Os restantes elementos aparecem no fundo da página. Não tem graça nenhuma. Ninguém sabe como se resolve?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Shiuuuu...

Quantas vezes nos desesperamos com os problemas mesquinhos do dia-a-dia (pequenos conflitos com os colegas de trabalho ou com a família mais próxima, a roupa que não nos serve porque o "pneu" da cintura teima em não desaparecer, o subsídio de natal que vai ser cortado pela metade, o IVA e restantes impostos que aumentam) e esses problemas tornam-se tão pequenos quando comparamos com histórias de vida de verdadeiro sofrimento.

Sigo um blogue já há muito tempo, praticamente desde que me iniciei nestas andanças pela blogosfera, o Shiuuuu. Este espaço começou por ser um espaço secreto onde, anonimamente, qualquer um podia partilhar o seu segredo mais intímo descrevendo-o com poucas frases. A equipa do Shiuuuu publica os segredos depois de lhes associar uma imagem sugestiva. Até já participei 1 ou 2 vezes. O blogue tem-se desenvolvido e agora há todo um universo Shiuuuu já que foram nascendo outros espaços desta feita temáticos. Um dos espaços é História de Vida. Neste espaço, os leitores são convidados a contar a sua história de vida. Umas são mais impressionantes, outras menos. na sexta-feira passada foi publicada esta história que tocou muitos corações. Leiam e depois vão ver se não concordam comigo. Deviamos dar mais valor ao que temos de bom na vida e não entrar em desespero por um problema insignificante. Tantas vezes que não nos apercebemos que a verdadeira felicidade se constroi com pequenos momentos felizes.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Para ti, Rolando, que ousaste amar

Para quem não sabe, Rolando Palma era um blogger que escrevia histórias maravilhosas. Durante algum tempo não perdia uma, no seu primeiro Entremares. Nunca o conheci mas o que ele escrevia era encantador. Depois ele mudou o endereço do blogue, até esteve um tempo sem escrever e eu perdi-lhe o rasto. Até me fez um comentário recentemente mas, nesse dia, não prestei muita atenção e não o liguei com o blogue de que eu tanto gostava. A semana passada chegou-me esta notícia, Rolando tinha sido assassinado pelo ex-marido da mulher com quem vivia uma história de amor entre mares (ele cá e ela no Brasil).



Nunca o conheci pessoalmente mas fez-me muita pena. Primeiro por ter morrido de uma maneira tão trágica, depois porque era pai de 3 filhas e eu sei bem o que é perder o pai e, finalmente, porque nunca mais vou poder ler as suas palavras. Quando vi que a Tertúlia Virtual estava a propor uma postagem colectiva de homenagem não hesitei em participar.


Passei em revista os mais de 1500 comentários deste blogue e encontrei mais comentários do Rolando do que podia imaginar. Destaco 2 que me tocaram de maneira especial. O primeiro é mais recente e foi no post que fiz a propósito da idosa encontrada morta em casa. O segundo comentário foi neste post, Ousar ser feliz...



"A solidão não tem idade... pois não, não tem. Lembro-me de um familiar meu que aos 92 anos... ainda ia para Lisboa sozinho ( do alentejo ) para se reunir com os amigos, jogar Às cartas no jardim e beber uma ginginha. Hoje... ficamos em casa, inventamos desculpas, mandamos umas msg no telemovel e dizemos aos amigos " não tenho tempo hoje, mas a gente tem que se encontrar um dia destes"...

Poxa..." Rolando Palma

"Ousadia... sim, mas necessária.
E, por favor... quando descobrires esse "Como"... partilhas?

Creio que muitos e muitos estão procurando esse Ousar... e não sabem como... " Rolando Palma

Rolando, não preciso de partilhar a Ousadia contigo porque tu ousaste ser feliz. Infelizmente não te foi possível continuar a ter a ousadia de amar mesmo com tantos problemas e dificuldades. Agora, que te foste, ousa tocar o céu...

Até sempre...


Imagem retirada daqui

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Este Verão não abandone o seu blog






Já foi quase há um mês que a Quadripolaridades lançou a campanha "Este Verão não abandone o seu blog".Já estou um bocadinho atrasada, portanto. Mas como imagino que ainda há muita gente para ir de férias, eu por exemplo, decedi aderir agora. Também não acho graça nenhuma aos blogues abandonados no Verão. Para mim até é mais fácil abandonar o blog no dia-a-dia do que nas férias já que nas férias tenho mais tempo e mais temas. As férias deste ano serão repartidas numa viagem fora da país e depois de alguns dias cá dentro. Este ano vou descobrir a Croácia e parece-me que a maioria dos hóteis onde vou ficar têm wireless por isso não conto abandonar o pobre blog. Já agora façam o mesmo. Se o blog é um passatempo faz todo o sentido actualizá-lo nas férias.

sábado, 28 de maio de 2011

Nem sei que título dar...

Desde que ando pelos caminhos da blogosfera, tenho dado por várias "modas". Há alturas em que todos são cozinheiros, outras alturas não há ninguém que não seja stylist, agora parece-me que o que está a dar é os hateblogues. Aparecem por todo o lado e mesmo que o blogue não seja só dedicado a isso, há um ou outro post subordinado ao mesmo tema, o ódio virtual. Daí eu concluir que as pessoas conseguirem serem ainda mais mázinhas no mundo virtual do que no mundo real. Aqui temos sempre a esperança do anonimato.
Oh, gente gastem energia com outras coisas. Já chega as guerras reais, não é preciso arranjarem também guerras virtuais. Façam qualquer coisa de mais útil. Se gostam tanto da internet, podem, por exemplo, participar na companha do Banco Alimentar contra a fome.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mas...

Alguém percebeu o que se passou com o blogger, nos últimos dias?!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Para aliviar o stress...

Já viram bem o meu número de seguidores?! Haverá número mais emblemático?!

terça-feira, 22 de março de 2011

Véspera

Amanhã, por esta hora, o país estará, provavelmente virado do avesso. Só o tempo dirá se fazer o Governo cair agora é bom ou não para o país. Todos os partidos são responsáveis pela situação actual. Chegarem todos a um acordo seria a solução mais adequada e responsável mas isso é uma utopia.
Como tristezas não pagam dívidas (nem as minhas nem as do país), o blogue "É possível ser feliz..." renovou-se para receber a Primavera de braços abertos. A cor, que é moda nesta Primavera sempre serve para distrair dos problemas que se advinham.

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