Mostrar mensagens com a etiqueta passado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta passado. Mostrar todas as mensagens

sábado, 21 de setembro de 2013

Emoção em família

Estes dois últimos fins de semana foram muito emotivos. Fui a dois encontros de família do meu lado paterno organizado por primos do meu pai. Infelizmente, o meu pai já não está cá para poder participar e eu também não costumo ir; no entanto, este ano faz 25 anos que ele nos deixou e eu achei que lhe devia esta homenagem. Mal conheço a maioria destas pessoas mas foi com eles que o meu pai brincou, cresceu e se fez homem - naquele tempo, o conceito de família era mais alargado do que hoje. As famílias eram grandes, as pessoas tinham muito filhos e os primos são mais que muitos:


Árvore geneológica da família T. (as folhas verdes são os filhos dos primos e os frutos vermelhos, os netos)


Arrepiei-me por cada vez que algum dos presentes me reconheceu pela parecença com o meu pai. Imagino que, também, não deve ser sido fácil para os primos do meu pai: olhar para mim e ver o meu pai através do meu sorriso. Apesar de tudo, valeu a pena. Afinal foi daqui que eu vim...


O ramo do meu avó




Os meus bisavós




domingo, 9 de setembro de 2012

Abelha Maia




Num dos espaços noticiosos da tarde reparei que esta adorável personagem comemora, este mês, um centenário de existência.
Waldemar Bonsels, alemão, criou esta história para os filhos sendo publicada em livro em Setembro de 1912. A Portugal só chegou em 1978 fazendo as delícias das crianças nascidas nas décadas de 70 e 80. Eu adorava a série e recordo com saudade o peluche e o livro de banda desenhada que recebi no Natal de 1979 ou 1980 se não me engano.


Segundo consta, a televisão pública alemã ZDF vai produzir 78 novos episódios da "Abelha Maia" em três dimensões, que devem estar prontos em 2013.

domingo, 9 de janeiro de 2011

"This is your dance space, this is my dance space"

A tarde de hoje foi passada com a manta nos joelhos, a comer pipocas e a ver um dvd. O filme é um clássico da minha adolescência que vi pela milésima vez mas que vejo sempre com a mesma emoção. A banda sonora é maravilhosa. Lembrei-me deste filme porque li um post que me fez recordar e procurá-lo na prateleira. Ainda não sabem de que filme falo?! Vou só deixar mais uma frase para ajudar:"no one put Baby on the corner"

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Modelo e Detective

Cybill Shepherd faz, hoje, 60 anos. O que eu sonhei a ver esta série. Adorava as roupas dela, a relação tumultuosa com o Bruce Wills. Não perdia um episódio. Modelo e Detective foi uma das melhores séries dos anos 80. Que saudades...

domingo, 15 de novembro de 2009

É possível sonhar...

Quando temos uma ferida na pele é, na maior parte dos casos, fácil de tratar. Podemos limpar com soro, desinfectar com clorhexidina ou iodopovidona, pôr uma pomada com dexpantenol ou ácido fusídico, proteger com pensos e, em feridas mais complicadas, tomar um anti inflamatório e um antibiótico. E as feridas físicas lá se vão resolvendo... As feridas da alma são muito mais complexas, lavam-se com lágrimas e é difícil encontrar um cicatrizante eficaz. Também vamos arranjando uns pensos para as protegermos mas, regra geral, nunca fecham completamente. Há cerca de 4 anos as circunstâncias da vida provocaram-me uma ferida assim, profunda e que doeu muito e durante muito tempo. E eu fui aprendendo a viver com ela. Noutro momento terrível (o divórcio) até consegui ver o lado positivo dessa ferida. Ao longo dos anos fui-me convencendo que, mesmo com feridas, é possível ser feliz mesmo quando não conseguimos realizar tudo aquilo que fomos sonhando ao longo dos anos. Agora a vida pregou-me nova partida e vou ter que tirar as sucessivas compressas com que fui abafando aquela ferida. A partir de amanhã vou voltar a abrir um capítulo que pensava encerrado. E vou enfrentar tudo o que vier com cara alegre, espírito positivo, com a minha força e com a força do amor que me acompanha, acreditando que é possível... continuar a sonhar...

sábado, 13 de junho de 2009

Noite de Santo António


Ontem dei um pulinho ao Castelo para festejar o Santo António. Teve que ser um pulinho porque o dia, hoje, é de trabalho. O tempo foi pouco mas deu para beber uma sangria e uma caipirinha para além de observar o ambiente (as sardinhas já tinha comido no dia anterior). Quando andava na faculdade ia todos os anos mas quando comecei a trabalhar deixou de ser possível. Desde o ano passado que voltei a ir porque, como o meu namorado tem casa perto de Lisboa, dá para não chegar muito tarde a casa. Na altura da faculdade juntava-me sempre com um grande grupo e era a confusão total para juntar toda a gente. O encontro inicial era no Rossio e depois começavamos a subir até ao Castelo. O pior é que faltava sempre alguém para ir buscar a outro lado... e depois mais outro e outro... era quase impossível. Nesse tempo "longínquo" não havia tantos telemóveis como agora e nós, pobres estudantes universitários, não tinhamos. Ontem apercebi-me, pelas conversas que ouvi à minha volta, que continua a ser difícil encontrar todos os amigos no meio daquelas "ondas" de lisboetas. No entanto a tarefa é facilitada pelo aparelhinho que todos transportam religiosamente. "Estou ao pé da Sé"..."Vem cá ter"...e por aí fora. Bem que as redes de telemóveis podiam patrocinar os Santos Populares.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Formatar

Não era tão bom que pudéssemos limpar o passado como quem formata o disco rígido de um computador?

Também poderá gostar de

Related Posts with Thumbnails