"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" Charles Chaplin
sábado, 25 de junho de 2011
Directo ou direto?!
Hoje voltei a um dos meus passatempos de praia, as palavras cruzadas. O A. descobriu, num saco de praia velhote, umas revistas que já comprei há algum tempo. Enquanto estava entretida a encontrar palavras para pôr nos quadradinhos, ocorreu-me que, qualquer dia, não vou saber resolver as palavras cruzadas por causa do famoso acordo ortográfico. Por exemplo, directo perde o "c" e passa só a ter 6 letras em vez de 7. Haverá algum workshop para aprender a escrever com estas novas regras?! Dava-me um certo jeito.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Será que é desta?!...
Presidente da Assembleia Da República
2ª Figura do Estado
Lider interina do Grupo Parlamentar do PS
Ministra da Justiça
Assunção Cristas
Ministra da Agricultura, Ambiente e Território
...Que as mulheres vão dominar a política.Não sei quantas mulheres há no Parlamento nem quantas secretárias de estado irá ter este governo, mas este início já me parece auspicioso.
Muito sucesso a estas 4 mulheres para que o seu contributo seja essencial para que Portugal possa dar a volta a esta crise (2 mulheres em 11 ministros é uma percentagem fraquinha mas enfim...)
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domingo, 19 de junho de 2011
Surf for all

Ontem fiquei muito surpreendida quando cheguei à praia e me deparei com o evento Surf for All. Este evento foi a forma que uma escola de Surf aqui da zona, a Duckdive, arranjou para assinalar o Dia Internacional do Surf. Então esta escola, em conjunto com a Associação Salvador, o Estado Líquido-Org e a Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência organizou este evento que se destina a pessoas com deficiência motora, visual ou cognitiva e que pretendam experimentar o surf.
Ora aqui está um evento que se adequa ao título deste blogue, É possível ser feliz mesmo quando a vida nos trouxe limitações e é possível fazer coisas e ter sensações que seriam, aparerentemente, improváveis. E viver a vida intensamente sejam quais forem as circunstâncias...
Os surfistas são, muitas vezes, vistos como um bando de ociosos que passam o dia na praia à espera das ondas e que vivem a filosofia do 'tá-se bem mas afinal eles também têm preocupações sociais e são capazes de ajudar, com a sua sabedoria do mar e das ondas, estas pessoas com deficiência a viverem um dia bem diferente e muito mais feliz.
As comemorações continuam, hoje, na Praia do Castelo, Costa de Caparica.
sábado, 18 de junho de 2011
Apoio à produção nacional? (II)
Como a manhã de praia foi pouco agradável devido ao vento, convenceram-me a ir à Avenida da Liberdade ver a quinta. E lá fui, a contragosto. Constatei que tinha tirado a conclusão certa. O evento até era engraçado para ver algumas espécies agrícolas mas não são meia dúzia de galinhas e porcos ou canteiros de salsa e de alface ou ainda macieiras e oliveiras que estimulam a aquisição de produtos portugueses. E se estava lá gente, nalguns sítios mal se podia mexer os pés. Até escorreguei e aterrei dentro do canteiro dos pepinos. Valeu pelo geladinho de "feira" que eu adoro.
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Apoio à produção nacional?

Nas últimas semanas temos sido bombardeados com os anúncios do chamado "evento de apoio à produção nacional" organizado por uma das maiores empresas de distribuição alimentar portuguesas. Para este efeito a Avenida da Liberdade foi transformada numa quinta gigantesca e o trânsito na zona está condicionado desde 5ª feira. A iniciativa até é louvável por permitir aos lisboetas (e habitantes dos arredores) poderem contactar com as plantas, os animais, as culturas especialmente quando não têm contacto habitual com o campo. Agora a mim parece-me que o verdadeiro apoio à produção nacional teria sido pagar o custo justo aos produtores ao longo dos anos e muitas vezes isso não acontece. Para além disso, não há assim tantos produtos portugueses como os anúncios querem fazer crer. Quantas vezes eu tento comprar fruta portuguesa e percorrer a secção da fruta e legumes e quase não conseguir encontrar?
Outra consequência deste evento será entregar, no fim do evento, os produtos a instituições de soliriedade social. Quando se quer mesmo ajudar não é preciso fazer este alarido todo, ir para o centro da capital e ainda fazer um concerto com o Tony Carreira, não é verdade?
Como se não bastasse a publicidade a este evento, outra grande empresas de distribuição alimentar contra-ataca com mais uma série de anúncios dizendo que privilegiam a produção nacional, que comercializam uma grande percentagem de produtos nacionais e que só recorrem ao estrangeiro mesmo quando não há cá quantidade suficiente e outras coisas do género. Mais uma vez, essa publicidade não é muito realista porque o problema é o mesmo, dou voltas e voltas à secção da fruta até dar com os produtos portugueses.
Enfim, a culpa não é só das empresas, a culpa é, principalmente, dos portugueses que foram deixam de só comprar os produtos nacionais o que é muito importante para o nosso equilíbrio económico que está tão periclitante ultimamente.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Quem nunca copiou que atire a primeira pedra
Os magistrados deveriam ter um carácter irreprensível mas são humanos não é verdade?
O Bastonário dos Advogados aproveitou logo para apontar o dedo. Será que os estudantes de Direito nunca copiaram?! Ou é suposto os magistrados serem pessoas de carácter e os outros profissionais já não precisam de ser sérios? Agora já se diz que o exame vai ser repetido. Se o assunto não tivesse saltado para a praça pública, a situação, provavelmente, ficaria como está e os futuros magistrados ficavam, todos contentinhos, com o seu 10.
A mim, no 2º ano da faculdade, perderam-me o exame de Física. A folha de presenças provava que eu lá tinha estado. Na mesma situação que eu estavam mais 2 colegas, a que vinha antes de mim na pauta e a que vinha imediatamente a seguir. Nunca percebemos quem é que tinha perdido os exames, se os professores que vigiavam a sala ou o regente da cadeira. Reunimos várias vezes com o professor para tentar que ele nos desse 10 e nós, depois, podiamos fazer melhoria. A culpa não era nossa mas o professor não cedeu, e tivémos que fazer o exame novamente.
A gravidade da situação é mais parecida não é?
terça-feira, 14 de junho de 2011
Pedalar até à praia

A primeira prenda de Natal que o A. me deu foi uma bicicleta. Como ele já tinha uma, a ideia era fazermos passeios na zona da casa dele quando o tempo não estivesse convidativo para ir à praia. O problema é que eu sou muito preguiçosa e, em 2 anos e tal, poucas têm sido as vezes em que saimos os dois para pedalar.
Ontem de manhã, como o dia estava nebulado, o A. desafiou-me em irmos de bicicleta até uma das praias. E eu disse logo que sim. Primeiro dei uma voltinha lá no bairro para me ambientar e depois lá fomos nós. O passeio foi muito agradável embora eu não me sinta muito à vontade quando há algum trânsito automóvel como foi o caso de algumas das vias por onde passámos. O caminho para a praia é, quase sempre, a descer e é espectacular ir a descer, a velocidade é maior e sente-se o vento a bater no rosto.
Quando chegámos à praia fiquei um bocado atrapalhada com a areia e ia caindo. Sentámos um bocadinho para descansar. A praia tinha algumas pessoas mas estava sossegada. O pior foi voltar para casa uma vez que era a subir. Lá tive que subir algumas vezes a pé com o veiculo pela mão. Gostava de repetir o passeio mas só quando os meus músculos se esquecerem porque hoje quase que não me posso sentar.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Santo António já se acabou...
O São Pedro está-se a acabar
São João, São João dá cá um balão
Para eu brincar

São João, São João dá cá um balão
Para eu brincar

Para mim, hoje não é feriado mas estou de folga o que vai dar no mesmo. E ainda bem já que eu fui dar uma volta ao Santo António lá por Lisboa e doi-me um bocadinho a cabeça (já não estou habituada a beber, bebo 2 ou 3 bebidas e fico logo K.O.). Comprei este manjerico que é uma plantinha bem cheirosa. Vamos lá ver quanto tempo dura já que as plantas nas minhas mãos estão sempre condenadas a um fim triste. Por prevenção escolhi esta quadra:
Não cheire o manjerico
Com o nariz lá colado
Que ele murcha, ficas triste
E fica o vaso estragado
domingo, 12 de junho de 2011
Como é bom não fazer nada
Ora cá estou eu em completo ócio deste fim de semana prolongado (interrompido ontem para ir trabalhar 4 horas). E, nestes dias, tem havido tempo para tudo. Para pôr a leitura em dia já que me emprestaram aquele livro há muito tempo e eu nunca mais o devolvi, para apanhar sol e andar na praia porque o vento diminui a temperatura do ar e a vontade de ir à água, para comer bolos e ver o meu "sobrinho" abrir as suas prendas com satisfação (já tem 10 anos e falta tão pouco para ser adolescente), para beber uma caipiblack bem saborosa, para planear mais uma fantástica viagem e tempo para namorar que é o que eu vou fazer assim que largar este telemóvel...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Começaram as negociações
Política - Começaram as negociações para a formação do governo - RTP Noticias, Vídeo
O deputado do CDS-PP, Pedro Mota Soares quis chegar às negociações tão rapidamente que resolveu ir de "lambreta". Se a moda pega, resolve-se o problema de estacionamento nas imediações do Parlamento. e não há desculpas para chegar atrasado. Teve a sua piada, os seus colegas do partido chegaram em carros de alta cilindrada e ele chegou de mota. Melhor que isto só os deputados irem para as sessões parlamentares de bicicleta. Só vantagens, menos poluente, arruma-se em qualquer cantinho e, ainda por cima, faz-se exercício.
O deputado do CDS-PP, Pedro Mota Soares quis chegar às negociações tão rapidamente que resolveu ir de "lambreta". Se a moda pega, resolve-se o problema de estacionamento nas imediações do Parlamento. e não há desculpas para chegar atrasado. Teve a sua piada, os seus colegas do partido chegaram em carros de alta cilindrada e ele chegou de mota. Melhor que isto só os deputados irem para as sessões parlamentares de bicicleta. Só vantagens, menos poluente, arruma-se em qualquer cantinho e, ainda por cima, faz-se exercício.
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