"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" Charles Chaplin
sábado, 20 de agosto de 2011
Pelos caminhos da Croácia (II)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Pelos caminhos da Croácia (I)
Uma das coisas que mais gostei de ver foi a quantidade de jardins e de espaços verdes que por aqui se encontram. A foto é disso exemplo. Este jardim situa-se entre a estação de comboios e o Pavilhão de Arte. Ao fim do dia viam-se imensas pessoas, principalmente jovens, pelos jardins. E tendo em conta que o clima, aqui, é quente e seco, estes espaços verdes proporcionam um ambiente mais fresco e agradável.
O facto mais aborrecido é que é impossível estacionar sem pagar na cidade. Até mesmo saindo do centro, todos os espaços de estacionamento são pagos. Tendo em conta que estamos com um carro alugado já estou a ver a factura de estacionamento a crescer.
E, agora, vou dormir que amanhã às 7 horas (6 da manhã em Lisboa) tenho que ir pôr mais moedas no parquimetro.
Obviamente que estas férias são para descansar o espírito porque o corpo...
Ser feliz...Ser feliz...
Parece que as Nações Unidas, em Julho, acharam por bem declarar que "os seres humanos têm direito à felicidade". Concordo plenamente!
E como é um direito que me assiste vou ser feliz a fazer uma das coisas que mais gosto, viajar. Conhecer outros povos, outras terras, outras culturas... Sempre que possível passarei por aqui contando novidades...
E como é um direito que me assiste vou ser feliz a fazer uma das coisas que mais gosto, viajar. Conhecer outros povos, outras terras, outras culturas... Sempre que possível passarei por aqui contando novidades...
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sábado, 13 de agosto de 2011
Quase, quase...
Completamente estafada... de fazer a mala para as férias. Só falta trabalhar mais umas horas (sim, para mim amanhã é dia de trabalho) e estou, finalmente, de férias. Há duas coisas que me aborrecem nas viagens, fazer (e depois desfazer) as malas e o avião. Fico sempre um bocadinho apreensiva.
O destino de viagem é ali para os lados do mar adriático. Mais uma road trip, vamos ver se não nos perdemos...
Se conseguir vou fazendo o relato. Aguardem pelas novidades!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Para onde vamos?
Dois dos blogues que eu sigo falaram, ontem, dos tumultos em Inglaterra.
A Rita F. está em Londres e vive a situação no terreno e faz um relato impressionante do que sente, do que se passa e apresenta algumas explicações para justificarem o que se está a passar. Diz ela: "sempre tentei que o medo nunca definisse as minhas decisões" mas é impossível não sentir algum medo quando nos rodeiam tumultos irracionais não é verdade?! A Rita termina dizendo, precisamente:"Mas não gostei de ter medo"
Não consigo imaginar o que se sente em Inglaterra qualquer que seja o lado da barricada em que se encontrem. Também senti algum receio (mas numa situação muito menos grave) durante o protesto dos camionistas que ia parando o país. Como uma das zonas em que eles estavam parados é uma das estradas onde tenho que passar para ir trabalhar, estava sempre a pensar qual era o dia em que me iriam impedir de ir trabalhar.
Quem também postou sobre este assunto foi o Espuma dos Dias. Ele apresenta um relato, obviamente, baseado naquilo que temos visto nas notícias e dá a sua opinião sem entrar em grandes polémicas. O que me impressiona são alguns dos comentários totalmente descabidos que algumas pessoas são capazes de fazer mesmo aqui neste país de brandos costumes como por exemplo:
" mandar los para a prisao e expulsar do pais os que nao sao ingleses. Muitos destes sao imigrantes que usam e abusam do pais. Correr com eles para a nigeria e para a india. Ver se eles fazem a mesma merda no pais deles. nao fazem porque no pais deles nao sao brandos como os europeus,cortam lhes logo um mao. EH CORRER COM ELES.!!!"
ou
"so tenho pena é de não atacarem e queimarem o parlamento e as bombas de gasolina, isso sim éra bem feito. o barril do petroleo está mais baixo que nunca, e os politicos precisam de levar todos nos cornos para começarem a trabalhar."
A Rita F. está em Londres e vive a situação no terreno e faz um relato impressionante do que sente, do que se passa e apresenta algumas explicações para justificarem o que se está a passar. Diz ela: "sempre tentei que o medo nunca definisse as minhas decisões" mas é impossível não sentir algum medo quando nos rodeiam tumultos irracionais não é verdade?! A Rita termina dizendo, precisamente:"Mas não gostei de ter medo"
Não consigo imaginar o que se sente em Inglaterra qualquer que seja o lado da barricada em que se encontrem. Também senti algum receio (mas numa situação muito menos grave) durante o protesto dos camionistas que ia parando o país. Como uma das zonas em que eles estavam parados é uma das estradas onde tenho que passar para ir trabalhar, estava sempre a pensar qual era o dia em que me iriam impedir de ir trabalhar.
Quem também postou sobre este assunto foi o Espuma dos Dias. Ele apresenta um relato, obviamente, baseado naquilo que temos visto nas notícias e dá a sua opinião sem entrar em grandes polémicas. O que me impressiona são alguns dos comentários totalmente descabidos que algumas pessoas são capazes de fazer mesmo aqui neste país de brandos costumes como por exemplo:
" mandar los para a prisao e expulsar do pais os que nao sao ingleses. Muitos destes sao imigrantes que usam e abusam do pais. Correr com eles para a nigeria e para a india. Ver se eles fazem a mesma merda no pais deles. nao fazem porque no pais deles nao sao brandos como os europeus,cortam lhes logo um mao. EH CORRER COM ELES.!!!"
ou
"so tenho pena é de não atacarem e queimarem o parlamento e as bombas de gasolina, isso sim éra bem feito. o barril do petroleo está mais baixo que nunca, e os politicos precisam de levar todos nos cornos para começarem a trabalhar."
Ainda hoje, lá na farmácia, um utente dizia, a propósito de alguns roubos ou tentativas quem têm acontecido por lá, que deviam todoa votar na extrema-direita ou fazer como o norueguês que era a única maneira de resolver.
Pergunto eu, que sociedade é esta que queremos construir? Que valores transmitimos aos mais novos?Para onde nos leva este modelo de sociedade em que os objectos têm mais valor do que as pessoas?
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Para ti, Rolando, que ousaste amar
Para quem não sabe, Rolando Palma era um blogger que escrevia histórias maravilhosas. Durante algum tempo não perdia uma, no seu primeiro Entremares. Nunca o conheci mas o que ele escrevia era encantador. Depois ele mudou o endereço do blogue, até esteve um tempo sem escrever e eu perdi-lhe o rasto. Até me fez um comentário recentemente mas, nesse dia, não prestei muita atenção e não o liguei com o blogue de que eu tanto gostava. A semana passada chegou-me esta notícia, Rolando tinha sido assassinado pelo ex-marido da mulher com quem vivia uma história de amor entre mares (ele cá e ela no Brasil).
Nunca o conheci pessoalmente mas fez-me muita pena. Primeiro por ter morrido de uma maneira tão trágica, depois porque era pai de 3 filhas e eu sei bem o que é perder o pai e, finalmente, porque nunca mais vou poder ler as suas palavras. Quando vi que a Tertúlia Virtual estava a propor uma postagem colectiva de homenagem não hesitei em participar.
Passei em revista os mais de 1500 comentários deste blogue e encontrei mais comentários do Rolando do que podia imaginar. Destaco 2 que me tocaram de maneira especial. O primeiro é mais recente e foi no post que fiz a propósito da idosa encontrada morta em casa. O segundo comentário foi neste post, Ousar ser feliz...
"A solidão não tem idade... pois não, não tem. Lembro-me de um familiar meu que aos 92 anos... ainda ia para Lisboa sozinho ( do alentejo ) para se reunir com os amigos, jogar Às cartas no jardim e beber uma ginginha. Hoje... ficamos em casa, inventamos desculpas, mandamos umas msg no telemovel e dizemos aos amigos " não tenho tempo hoje, mas a gente tem que se encontrar um dia destes"...
Poxa..." Rolando Palma
"Ousadia... sim, mas necessária.
E, por favor... quando descobrires esse "Como"... partilhas?
Creio que muitos e muitos estão procurando esse Ousar... e não sabem como... " Rolando Palma
Rolando, não preciso de partilhar a Ousadia contigo porque tu ousaste ser feliz. Infelizmente não te foi possível continuar a ter a ousadia de amar mesmo com tantos problemas e dificuldades. Agora, que te foste, ousa tocar o céu...
Até sempre...
Imagem retirada daqui
domingo, 7 de agosto de 2011
Comidinha de Verão

O meu querido namorido teve a ideia mas fui eu que a executei (com uma pequena ajuda). Este foi o jantar de hoje, bem ao jeito de Verão que custa a chegar. É uma salada com massa como base. Soube bem, este jantar diferente. Fiz assim:
Salada para 2 pessoas
Ingredientes:
200 g de massa espiral tricolor (+/-)
1 lata pequena de cogumelos
1/2 pimento cortado aos quadrados
1 lata de anchovas
bacon cortado ao quadrados
1 pacote de queijo cheddar e samsoe cortado aos quadrados
croutons com sabor a cebola q.b.
molho cocktail q.b
molho cocktail q.b
Modo de preparação:
Coza a massa com bastante água, sal e um fio de azeite para a massa não colar. Quando está cozida, escorrer e passar por água fria para arrefecer mais depressa. Pôr durante algum tempo no frigorífico para ficar bem fria. E depois é só juntar tudo, envolver com o molho e já está. Só falta comer...
P.S. - As anchovas foi para satisfazer o A. que provou anchovas na viagem que fizemos ao sul de França e adora. Eu cá não gosto assim muito...
Eurotragédia
A Europa (e o mundo) económica e política está em polvorosa. Os lideres europeus passaram os últimos dias a trocarem telefonemas, e os mercados bolsistas, incluindo os asiáticos, tiveram a pior semana dos últimos anos. Há quem diga que é inevitável Portugal sair do euro. E os portugueses, eu incluída, tranquilamente a apanhar sol. Não me parece bem. Acho que vou ali descabelar-me e já volto.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Estratégias anti-crise (I)
Imagem retirada daquiIr comprar pão depois das19 e 30. Aqui na pastelaria/padaria da zona, a partir daquela hora, o pão é mais barato. Sempre é uma maneira de poupar... se tivermos paciência para esperar na fila imensa que se forma. Pior só as corridas às promoções de um certo supermercado da nossa praça em que, por um desconto de 50% em alguns artigos, as pessoas se atropelaram chegando a partir aquilo que iam comprar (azeite segundo me parece). O chavão da crise serve para tudo. Por acaso eu só compro pão esporadicamente porque costumo fazê-lo cá em casa na máquina que ganhei pelo Natal.
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domingo, 31 de julho de 2011
Duro passeio de bicicleta


Como ontem a meteorologia não prometia um dia de praia muito agradável (vento para variar), o meu namorido teve a ideia de ir fazer um passeio de bicicleta com piquenique incluido. O destino escolhido foi a Lagoa de Albufeira. Esta Lagoa é alimentada pela água doce das ribeiras da Apostiça, Ferraria e Aiana, e pela água salgada do mar, quando o cordão dunar é aberto artificialmente na Primavera (retirado daqui).
Já no ano passado fomos até lá de bicicleta. O caminho é muito agradável, pela mata e a margem da Lagoa é muito bonita. Como se situa numa zona mais abrigada não se nota tanto o vento como na praia. Quando lá chegámos encontrámos um pinheiro enorme em cuja sombra nos instalámos. O dia foi excelente, muito bem passado Apanhei mais sol do que o costume porque à sombra estava frio.
Já no ano passado fomos até lá de bicicleta. O caminho é muito agradável, pela mata e a margem da Lagoa é muito bonita. Como se situa numa zona mais abrigada não se nota tanto o vento como na praia. Quando lá chegámos encontrámos um pinheiro enorme em cuja sombra nos instalámos. O dia foi excelente, muito bem passado Apanhei mais sol do que o costume porque à sombra estava frio.
O pior foi que eu ando pouco de bicicleta. Sou muito lenta e na estrada tenho medo (a mim é uma cena que me assiste) dos carros. Depois o selim é um bocado duro, começam a doer-me os gluteos e tenho que descansar. Na mata há zonas em que há muita areia onde não consigo conduzir a bicicleta e tinha que ir a pé a empurrar a bicicleta. O A. parou imensas vezes à minha espera, coitadinho. Se fosse sozinho demorava metade do tempo, com toda a certeza.
Hoje estou que nem posso, com dores e ainda uns quantos arranhões já que acertei com as silvas todas que encontrei pelo caminho. Vou passar o dia todo "alapada" na toalha, ai vou, vou!
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