sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O dito pelo não dito no Ministério da Saúde

Ora vinha eu preparada para protestar sobre as medidas noticiadas ontem na área da saúde e agora parece que o caso ainda está a ser estudado. Segundo o que o Ministério anunciou, só depois de analisarem os relatórios técnicos é que vão decidir.
Antigamente a justificação para os medicamentos deixarem de ser comparticipados era não haver grande vantagem terapêutica na sua toma. Este argumento também teria o seu quê de duvidoso. Se não tinha interesse então deixava de ser comercializado não é?
Agora vamos ver a que conclusão chegam.
Quem não puder comprar a pílula pode sempre voltar as métodos mais antigos como o calendário, por exemplo. Ou já agora porque não incentivar à abstinência? Um método muito mais saudável!

4 comentários:

Jorge Freitas Soares disse...

Este Governo, à semelhança do Passos Coelho na campanha eleitoral, é especialista em dizer e desdizer... uma anedota.

Eu acho que eles estão mais a pensar no controlo da baixa natalidade do que em métodos alternativos

Bom fim de semana
Jorge

blue eyes disse...

Lá vai a malta do rendimento de inserção multiplicar-se, agora já não como os coelhos, mas como os ratos... sempre passa a entrar mais um abono em casa...
Vamos ver quem é fica com falta de ar... se os pobres dos asmáticos, ou o Governo se continuar a ser tão trapalhão.
:-)

Almofariza disse...

E o que dizer da dúvida que eles dizem que têm em relação à eficácia terapêutica da associação dos broncodilatadores aos corticóides??????!!!!

E em relação à descomparticipação dos anticoncepcionais prevejo a Taxa da Interrupção Voluntária da Gravidez a disparar, afinal esta é de graça e ainda dá direito a um subsidiozinho....

Cadês
Almofariza

Dama das Camélias disse...

Realmente isto já chegou ao ponto do ridículo! Será que a seguir vão aumentar o subsidio de Natalidade e isto é apenas uma maneira de fazer crescer o país?
É deve ser...


Muitos políticos não devem saber o que é uma crise de asma... bem mas eles de certeza que arranjam o medicamento na boa. O pior é o "zé povinho".

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