domingo, 31 de maio de 2009

Multidão no areal


Eu gosto muito de estar na praia, calma, sossegada, a olhar o mar. Este fim de semana, realmente, convidava a ir à praia. E foi o que eu fiz... eu e centenas de pessoas. Assim fico num dilema, gosto de ir a uma praia com um bar de apoio, onde se pode beber um cafézinho e ir à casa de banho mas não gosto nada de multidões logo seria melhor ir a uma praia mais pacata o que às vezes implica ter que andar muito desde o carro até ao local escolhido. Hoje era difícil estender a toalha sem pisar as outras pessoas e o nosso chapéu quase que ia fazendo sombra a um senhor que se tentava bronzear. Um autêntico bico de obra. E para chegar à água? Parecia uma corrida de obstáculos. E estar deitadinha ao sol e passar uma adorável criança a correr lançando areia por toda a parte? Sim, realmente, eu sou uma mulher de praias desertas. Como me esqueci de tirar uma fotografia arranjei esta imagem da net, hoje não estava assim mas pouco faltava...

sábado, 30 de maio de 2009

Sol e Mar

(retirada da internet)

Finalmente chega um fim de semana de sol e calor. Já posso ir à praia de bikini em vez de ir de camisola. Comecei o dia a tomar o pequeno almoço na varanda, esticada na cadeira a ler e a ouvir os passarinhos. Agora é altura de passar o protector solar, vestir-me a rigor e aí vou eu pôr os pezinhos na areia e dormir uma soneca na praia que hoje acordei muito cedo.
Já agora aproveito para informar que as farmácias estão a recolher assinaturas para enviar uma petição à Assembleia da República para que a lei relativa aos medicamentos genéricos seja alterada permitindo que os doentes possam optar em todas as situações, respeitando, obviamente, a substância activa, dosagem e apresentação prescrita pelo médico. Para assinar podem dirigir-se a uma farmácia ou aproveitar o link disponibilizado ali ao lado.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Excelência no atendimento


Como trabalho com o público quando sou cliente costumo reparar sempre como estou a ser atendida. E sou exigente, gosto de ser bem atendida com atenção, simpatia e competência. Um dos locais onde o atendimento é, regra geral, muito bom é no El Corte Ingles. Imagino que os funcionários têm formação em atendimento mas também têm que ter características adequadas para este tipo de trabalho. Só uma vez é que, num dia em que fui lá com as minhas colegas, fomos atendidas por uma jovem com muito má vontade (não nos deixou abrir uma fronha de um conjunto de lençois) mas foi, rapidamente, substítuida por outra pessoa muito mais prestável. Na semana passada fui lá entregar um alisador de cabelo que tinha avariado. A funcionária informou-me que a partir de sexta feira (amanhã) já lá estaria. Hoje fiquei agradavelmente surpreendida já que me deixaram uma mensagem no telemóvel dando-me conta de que o referido aparelho já se encontrava disponível. Outro local de onde também me telefonam é da loja que me fornece as lentes de contacto para me dizerem que já chegaram as ditas lentes. Um gesto tão simples que faz a diferença num mundo cada vez mais competitivo.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

"Dream On Girl"

Porque o sonho comanda a vida, como dizia o poeta... E esta música, a voz da Rita Redshoes faz-me sempre sonhar...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dolce Vita Tejo

Bom, depois de ter passado o impacto inicial, lá me decidi a ir conhecer o maior centro comercial da Europa. Primeiro que tudo, se não soubesse onde era, seria um sarilho para o encontrar porque é muito longe do rio que lhe dá o nome. Realmente as áreas são muito grandes, os corredores são amplos e a maior parte das lojas franchisadas são maiores do que as que existem nos outros centros comerciais. Para além disso também existem lojas que não conheço de outros locais mas em termos de número de lojas até tem menos (300) que o Colombo (420). A área de restauração até achei pequena. A decoração é agradável e mais difícil sentirmo-nos sufocados mesmo quando estiver muito cheio. Se havia necessidade de outro centro comercial é que eu já não sei. É claro que criou postos de trabalho mas se não houver poder de compra esses postos de trabalho também poderão desaparecer. Não fiz compras, foi só uma visita para conhecer e terei que lá ir outro dia para fazer umas compritas.

domingo, 24 de maio de 2009

Avatar

Bom, o layout ficou assim, muito simples mas para compensação consegui modificar a roupa e o ambiente da minha avatar. Não está gira?

Disparate

Estava a tentar mudar o layout do blog mas correu muito mal. Estou a tentar remediar. Por agora fica azul que sempre é uma cor relaxante. Continuo. à procura de uma nova imagem

Glorioso (cada vez menos)

E pronto o campeonato chegou ao fim e o meu Benfica ficou-se pelo terceiro lugar e fez triste figura nas outras competições onde participou. No ano passado foi com alegria que vi chegar, finalmente, um treinador charmoso mas só o charme não chegou. Os jogadores também foram chegando caríssimos e com muitas qualidades anunciadas mas houve muitos jogos em que não se deu pelas qualidades. De quem terá sido a culpa? Do treinador ou dos jogadores que não entenderam a alma benfiquista? Do Rui Costa que era um óptimo jogador, e benfiquista desde sempre, mas que não foi muito feliz nas suas funções de responsável pelo futebol do clube? Do presidente? Dos adeptos que se desiludiram e apoiaram menos o clube? Onde está o orgulho lampião? Como será a próxima época? Será que o adeus de Quique é definitivo?

P.S. - Ontem tive pena do Belenenses e do Rui Jorge.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Amor fora de época

Na minha profissão contacto com muitas pessoas mais velhas. Uma das coisas que mais gosto de fazer é observar a maneira de reagir de cada pessoa. Cada um encara o passar dos anos à sua maneira, com tristeza, sofrimento, desânimo mas também com alegria, com vontade, com amor. De vez em quando vêm os dois elementos do casal de braço dado, apoiando-se mutuamente, respeitando-se e amando-se mesmo quando já estão juntos há muito tempo e é tão bonito... ver que o amor pode mesmo ser eterno. Depois também há casais que quando vêm juntos tornam o atendimento tão difícil porque barafustam, desentendem-se, confundem-se um ao outro (e a mim) e eu questiono-me "Que forma de amor é esta? Como chegaram juntos até aqui.?!" Também testemunho tristezas como a mulher que percebe que vai perder o marido em vida quando o médico profere a sentença "Alzheimer" ou aquela que chega, de luto carregado, e me conta, por entre lágrimas, que o marido morreu e a deixou ali sozinha. E aparece também aquele homem que ficou viúvo mas que volta a encontrar alguém para amar e para caminhar, pelo ocaso da vida, de mão dada provando que nunca é tarde para amar. Também admiro aquelas (ou aqueles) que mesmo idosos não se cansam de tirar o melhor que a vida lhes pode dar passeando, conhecendo coisas novas, dançando e divertindo-se. E dou por mim a sorrir com o coração cheio de carinho e a pensar se chegarei aquela idade com aquela alegria de viver. Envelhecer não tem que ser, fatalmente, motivo de tristeza. Aquilo que vamos vivendo ao longo vais-nos tornando pessoas muito mais ricas e interessantes.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Perdidas

O meu apartamento necessitava de certificação energética (uma modernice). Para tal foram enviadas duas jovens para executarem esse serviço esta tarde. Quando me contactaram para marcar a hora fui questionada a respeito da morada porque nos documentos que elas tinham só constava a morada inscrita na Finanças e as "piquenas" não a conseguiam encontrar no Google maps. Eu tentei dar a morada correcta e dei também um ponto de referência que é muito fácil de encontrar. A verdade é que mesmo com a morada correcta o Google maps não consegue estabelecer a rota correcta. Resultado, duas horas de atraso. Felizmente pude contar com a ajuda da minha mãe, que esteve lá por casa à espera das ditas funcionárias. Parece-me que elas não conseguiam encontrar o caminho, daí o atraso. Eu sou perita a perder-me, qualquer viagem a um local desconhecido (e às vezes conhecido) é sempre uma aventura mas acabo sempre por chegar ao destino embora por vezes com um atraso mas mínimo. Não tenho GPS e às vezes o Google maps também não me ajuda por sigo quase sempre o contrário daquilo que lá diz (deve ser uma espécie de dislexia) mas nunca deixei de ir seja aonde for. Estas jovens mesmo com estes instrumentos todos atrasam-se duas horas. A minha pergunta é: Quando não havia GPS nem Google maps como é que as pessoas se arranjavam?

terça-feira, 19 de maio de 2009

Influência da crise na taxa de natalidade

Hoje ouvi nas notícias da noite que, nos Estados Unidos da América, se vem notado um aumento na taxa de natalidade. Esse aumento parece dever-se à crise porque os casais estão mais disponíveis, têm menos actividades ao ar livre, não vão ao cinema e etc e etc... Sempre pensei que a crise diminui-se a taxa de natalidade porque as pessoas pensariam mais antes de ter um filho e também nunca pensei que o desemprego aumentasse o desejo sexual, antes pelo contrário. Outra conclusão a que os americanos chegaram é que os nascimentos também aumentam 9 meses depois de um furacão. Será para aliviar o stress ou por estarem muitas horas sem luz? (Justificação dada por uma das médicas que também tinha ficado grávida depois de um furacão).

sábado, 16 de maio de 2009

Jardim Botânico da Ajuda















A minha profissão exige uma actualização constante. Por isso é necessário assistir a congressos, cursos de formação sobre temas relacionados com a saúde quer com a área de dermocosmética que é uma área muito importante na farmácia. Os problemas da pele são tão importantes como os problemas internos. Mesmo quando esses problemas só dizem respeito ao aspecto estético também causam problemas a nível psicológico e de interacção com os outros. Estes eventos realizam-se na maior parte das vezes em hóteis mas desta vez realizou-se no local lindíssimo da nossa cidade de Lisboa, o Jardim Botânico da Ajuda. O local foi escolhido, precisamente, porque a formação era sobre uma marca bio, ou seja, sobre produtos formulados a partir de plantas cultivadas em agricultura biológica. A formação abrangia duas áreas de que gostei muito na faculdade Farmacognosia (conhecimento das plantas e das suas propriedades terapêuticas) e Dermofarmácia e Cosmética por isso adorei este encontro. Para além do tema, o Jardim Botânico da Ajuda é realmente muito bonito com algumas árvores centenárias, uma vista abulosa para o Tejo, com a sua colecção botânica, um jardim geométrico restaurado em 1993 a partir de uma planta original e o Jardim dos Aromas. Este Jardim dos Aromas é especialmente interessante já que foi concebido para ser utilizado por todos os visitantes incluindo os invisuais. As plantas medicinais e aromáticas estão em canteiros elevados para permitir que todos consigam tocar e cheirar as plantas e os nomes das plantas estão também em Braille. No meio do stress e da poluição da capital, está um local maravilhoso para passear e aprender a apreciar a beleza das plantas.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Compras na Feira



Estas foram as minhas compras da Feira do Livro. Três autores homens, todos portugueses e na casa dos trinta, ou seja, escritores da minha geração. Pedro Mexia nasceu em 1972 e Jacinto Lucas Pires e Ricardo Araújo Pereira são da minha idade, nasceram em 1974.

"Nada de Melancolia" reúne as crónicas publicadas na revista NS (Jornal de Notícias e Diário de Notícias) entre Janeiro de 2006 e Abril de 2007. O Pedro Mexia olha o mundo à sua volta e analisa-o de uma forma clara e muito divertida. Comecei por dar uma vista de olhos mas não consegui parar de ler estas crónicas, são uma forma de descontrair do stress. Já costumo ouvir o Pedro Mexia, com a sua voz inconfundível, no programa "Governo Sombra" da TSF que é uma excelente maneira de terminar a semana já que é transmitido às 19 h de sexta feira.

O Ricardo Araújo Pereira, para além de "Gato Fedorento", é um dos colegas "governamentais" de Pedro Mexia. O livro "Boca do Inferno" também é um livro de crónicas "que pervertem os assuntos mais banais às que colocam na berlinda políticos de ponta, o traço comum é uma ironia certeira, um olhar sempre inesperado, que nos surpreende de cada vez que julgamos nada mais haver para inventar." como é descrito no resumo.
A leitura é uma das minhas maneiras preferidas de passar o tempo livre. As minhas escolhas costumam recair sobre vários tipos de romance mas desta vez apeteceu-me variar e ler estas crónicas divertidas, actuais e com as quais me identifico.

"Assobiar em público" é o primeiro livro de Jacinto Lucas Pires que compro. Segundo sei é uma antologia de pequenos contos. Estou muito curiosa. Tendo em conta as letras do "Meio Disco" dos Quais (a que Jacinto pertence) e aos textos do seu blog Chanatas, tenho a impressão que a sua maneira de escrever é diferente e inovadora.
Só tenho pena de não ter tempo para ler mais...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fim de semana (II)

Este fim de semana foi, realmente, atribulado. Domingo de manhã andei a passear junto à praia muito mal agasalhada e passei um frio... que nem vos conto. De tarde o tempo parecia estar a melhorar e cedi em ir ao cinema, com a promessa de tentarmos ir à Feira do Livro. E finalmente lá consegui ir, comprei 3 livros, 2 deles autografados. O pior foi ver o FCP a festejar o tetra principalmente depois de mais um fiasco do meu Benfica. E para tornar o fim de semana mesmo terrível só faltava mesmo estar quase 2 horas parada na estrada, com chuva, por causa de um acidente. E o meu amor a ficar cada vez mais irritado. É que não há paciência que aguente estar ali a tão poucos quilómetros de casa e não ter outra alternativa senão esperar. Só chegámos a casa há 1 da manhã. Ainda bem que o fim de semana chegou ao fim!

domingo, 10 de maio de 2009

Fim de semana


A semana foi muito solarenga. Eu acreditava que o sol se ia estender pelo fim de semana. Doce engano. Aliás, o sábado não foi nada daquilo que eu tinha pensado já que tive que ir trabalhar e era para estar de folga. O que estava planeado era ir para Lisboa com o meu namorado que tinha um compromisso profissional de manhã. Eu ia dar uma volta no El Corte Ingles, comprar café ao Clube Nespresso e depois uma grande volta pela Feira do Livro. Os planos tiveram que ser adiados para a tarde mas ficaram comprometidos pela chuvada que caiu à tarde. A Feira do Livro vai ter que ficar para outro dia. Vamos ver como corre o resto do fim de semana. Parece-me que passeios na praia também não vai dar para fazer...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Luxo?!

Quando chega esta altura do ano é sempre o mesmo drama. Se surge um convite inesperado para ir à praia, o queixume é sempre o mesmo: "ups, que não fiz a depilação" e a linha do bikini com depilação mal feita é das coisas mais feias que há. Se há coisa que detesto fazer é a depilação seja qual for o método, lâmina, creme, cera ou máquina acho sempre uma chatice. Depois de muito pensar, e de ver que as minhas colegas se davam bem, lá me rendi à depilação com luz pulsada. As sessões começaram na Primavera passada mas fiz poucas sessões durante o Verão por causa da exposição solar. Para já estou a fazer só na zona do bikini e noto enormes diferenças, os pêlos são cada vez menos e mais fracos, pêlos encravados também desapareceram e é praticamente indolor. Para mim é um sucesso. quando me sair o euromilhões, faço no corpo todo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Gripe A, vírus H1N1

"A pandemia mais famosa e letal foi a chamada gripe espanhola (tipo A, subtipo H1N1), que durou de 1918 a 1919. Antigas estimativas apontam para 40–50 milhões de pessoas, enquanto estimativas mais recentes indicam de 50 a 100 milhões de mortos no mundo inteiro. Esta pandemia foi descrita como "O maior holocausto médico da história" e pode ter matado tantas pessoas quanto a peste negra. Esta grande mortalidade foi devido ao grande índice de infecção (acima de 50%) e da extrema gravidade dos sintomas, que suspeitavam ser causados pela tempestade de citocinas. De fato, os sintomas em 1918 eram tão incomuns que a gripe foi inicialmente confundida em diagnósticos como dengue, cólera ou tifóide. De acordo com alguns registros, "uma das mais graves complicações era a hemorragia das membranas mucosas, especialmente do nariz, estômago e intestino. Sangramentos dos ouvidos e hemorragias de petéquia na pele também ocorriam. A maioria das mortes eram de pneumonia bacteriana, uma infecção secundária causada pela gripe, mas o vírus também matou diretamente por meio de graves hemorragias e edemas no pulmão.
A pandemia de gripe espanhola foi verdadeiramente global e se espalhou até mesmo pelo Ártico e ilhas remotas do Pacífico. A gravidade inesperada da doença matou entre 2 e 20% dos infectados, muito alta comparada com as taxas de mortalidades das epidemias de gripe de cerca de 0.1%. Outro grande diferencial desta pandemia foi a alta taxa de mortalidade de jovens adultos, com 99% de mortes causadas pela pandemia em pessoas abaixo dos 65 anos, e mais da metade entre jovens adultos entre 20 e 40 anos. Isto não é comum, pois a gripe normalmente causa mais mortes em crianças abaixo de 2 anos e idosos acima de 70. O total de mortos pela pandemia de 1918–1919 é desconhecido, mas estima-se que entre 2,5 e 5% da população mundial morreu em consequência da doença. Aproximadamente 25 milhões teriam morrido nas primeiras 25 semanas; para efeito de comparação, o HIV teria matado a mesma quantidade em seus primeiros 25 anos.
As pandemias de gripe posteriores não foram tão devastadoras. alguns exemplos de tais pandemias foram a de gripe asiática em 1957 (tipo A, variedade H2N2) e a gripe de Hong Kong de 1968 (tipo A, variedade H3N2), mas mesmo estas sendo menores, mataram milhões de pessoas. Com o advento dos antibióticos, controlou-se as infecções secundárias o que pode ter ajudado a reduzir a mortalidade em relação à gripe espanhola de 1918."
(Texto retirado da Wikipédia)
Na Wikipédia encontrei este resumo histórico da Gripe. Neste momento estamos perante uma situação de pandemia de índice 5. Até às 16 horas de hoje, 21 países de 4 continentes notificaram 1490 casos de infecção pelo vírus H1N1. A situação tem alguma gravidade. Todos os vírus têm alguma capacidade de mutação mas o vírus da gripe é mesmo muito, muito mutável. É por isso que é necessário tomar a vacina todos os anos. A meu ver temos uma vantagem às situações pandémicas anteriores, a rápida divulgação da informação mas temos uma grande desvantagem, a rapidez com que se viaja de um país para outro país mesmo que distante. A informação permite que se recorra ao médico aos primeiros sintomas mas, se a informação não for adequada, pode conduzir ao pânico. As viagens pode ajudar a espalhar o vírus pelo mundo. Vamos ver como é que a situação evoluiu. A mim parece-me que os portugueses estão a encarar isto tudo com serenidade. Só quem vai viajar é que solicita máscaras e são poucas as pessoas que pedem informações sobre o Tamiflu. Eu, por enquanto, vou continuar a lavar as mãos com frequência e vou tendo esperança que o H1N1 não saiba onde fica Portugal.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quem quer ser bilionário?

















Dizer que o filme "Quem quer ser bilionário?" realizado por Danny Boyle é baseado no livro "Quem quer ser bilionário?" de Vikas Swarup é uma bocadinho exagerado. Já vi o filme e agora estou a ler o livro. A ideia geral é a mesma mas ó desenrolar da história é completamente diferente. O nome das personagens é outro, as histórias de vida daquele rapaz são ainda mais dramáticas do que no filme enfim é caso para dizer que não tem nada a ver. Trata-se de uma adaptação muito livre. Sempre gostava de saber o que é que o autor acha das enormes alterações que fizeram à sua história. Será que recebeu uma compensação económica suficiente para compensar o facto de ver a sua obra completamente virada do avesso? A verdade é que, a reboque do filme e dos seus 8 óscares, sempre vai vendo mais uns exemplares do livro em mercados que, provavelmente, nunca sonharia chegar. Muitas vezes ouço miúdos, e graúdos, dizerem "então se posso ver o filme para quê ler o livro?" e a mim, na maior parte dos casos, apetece-me dizer ao contrário "então se posso ler o livro para quê ver o filme?". Habitualmente o livro cativa-me muito mais. Neste caso, até acho que vale a pena ver o filme mas era uma pena se não tivesse comprado o livro porque conta uma história muito mais rica menos hollywoodesca...

domingo, 3 de maio de 2009

Fim de semana

Nas minhas deambulações pela blogosfera noto que muitos blogueres aproveitaram o fim de semana prolongado para se ausentarem. Vamos ver o que trazem para contar. O meu fim de semana tem sido muito sui generis. Na sexta feira aproveitei o feriado para ler e apanhar sol, hoje tive que vir trabalhar e aqui vou continuar pela noite dentro e amanhã passeio com a mamã, isto claro se conseguir manter os olhos abertos. Ainda bem que o meu amor vai ser o motorista senão não sei como seria. A minha mãe merece todos os sacrifícios, até deixar de dormir para estar com ela. A minha mãe é especial, muito especial, está sempre lá para mim, para se orgulhar das minhas vitórias mas também para enxugar as minhas lágrimas quando choro. Adoro-te Mãe.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Genéricos de graça

(imagem retirada da Internet)



Aqui há dias, parece-me que foi no dia 23 de Abril, o Primeiro-Ministro, José Socrates anunciou mais uma medida de combate à crise. Desta vez, o anúncio dizia respeito aos medicamentos. Parece-me que o Estado vai passar a comparticipar a 100% os medicamentos genéricos para os utentes que tenham rendimentos inferiores ao ordenado mínimo nacional. Esta comparticipação começará um mês depois daquela data. Obviamente que esta até é uma medida positiva no entanto levanta-me algumas questões. Primeiro que tudo, os programas informáticos terão de ser adaptados para que as farmácias possam aplicar esta compartipação e não sei se isso se consegue azer num mês. O orçamento para a área da saúde vai ter que ser rectificado porque a despesa vai aumentar e já se sabe que o orçamento da saúde é uma dor de cabeça para qualquer governo. Para que esta medida tenha, realmente, exito na diminuição dos gastos com medicamentos destes utentes é preciso, primeiro que tudo, que os médicos prescrevam medicamentos genéricos e que os utentes os queiram tomar já que a maior parte dos utentes abrangidos são utentes idosos para os quais os medicamentos genéricos ainda são complicados de aceitar. Quantas vezes eu ouço, de alguns idosos, "Nâo me dê desses medicamentos modernos"...
Bom mas eu lembrei-me de falar sobre este assunto porque, para além de me já terem feito perguntas sobre o assunto, há dois dias atrás aconteceu-me uma coisa engraçada enquanto atendia um utente. Como se sabe muitas pessoas não ouvem bem todos os pormenores das notícias. Neste caso poucas pessoas se aperceberam de que a medida só seria aplicada ao fim de 1 mês e foi isso que aconteceu neste caso. O senhor em questão, um idoso de 80 anos muito amoroso e cheio de boa fé, trazia consigo a declaração enviada pela Segurança Social com os seus rendimentos. Ele pensava que era preciso mostrar para lhe fazermos o tal desconto de 100%. Lá expliquei ao senhor que isso não se seria preciso já que o seu cartão de utente já tem essa informação e também que a medida ainda não estava em vigor. Acho admirável que uma pessoa que já viveu mais de 80 anos, que já viu tantas mudanças no país, que já viu tantas promessas que não foram cumpridas ainda acredite nos políticos. Espero que não o decepcionem.

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