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quarta-feira, 9 de maio de 2012

O dia de ontem

Ontem foi um dia muito produtivo embora estivesse de folga.
De manhã lá me resolvi a ir com o carro à oficina para perceber que barulho era aquele que já se ouvia há uns tempos. Afinal não era nada de mais e resolveu-se rapidamente.
À tarde fiz um pouco de turismo na capital. Passei pela Rua Augusta para comprar postais para alimentar o vício do Postcrossing. Embora o Terreiro do Paço não esteja muito apetecível, já que está novamente em obras, sentei durante alguns momentos diante do Tejo, no Cais das Colunas. Eu e mais umas quantas pessoas... Ainda bem que está novamente visível e ao dispôr dos lisboetas e dos turistas, portugueses ou 
estrangeiros.


E, depois, lá fui até à Feira do Livro cometer umas quantas loucuras. O meu escritório precisa mesmo de uma arrumação para as prateleiras receberem mais uns quantos habitantes. Desta vez trouxe sete:

"A Criança em Ruínas", livro de poesia de José Luís Peixoto
"A Casa na Escuridão", romance de José Luís Peixoto
"O teu rosto será o último", o tão falado livro de estreia, e premiado, de João Ricardo Pedro
"1Q84 - 2" de Haruki Murakami (e ainda não li o 1º)
"A mulher certa" de Sándor Márai, um escritor húngaro que descobri graças à guia da viagem que fiz às 4 Capitais da Europa Central
"A infanta rebelde" de Raquel Ôchoa sobre Dona Maria Adelaide de Bragança recentemente falecida
"Doida Não e Não" de Manuela Gonzaga sobre um escândalo em Portugal no início do século XX em que uma mulher foi internada num manicómio por um "crime de amor"

Agora só me resta ter tempo para os ler todos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

III Edição Escrita Online

Já estão abertas as inscrições para a III edição do Concurso Escrita Online. No blogue Escrita Online podem encontrar os textos vencedores da 2ª edição bem como as informações e o regulamento para poderem participar na 3º edição. Eu participei na 1ª edição tendo ficado num honroso 7º lugar em 11 concorrentes. Seja como for diverti-me muito participando neste desafio.
Se gostam de escrever e não têm medo de desafios, não hesitem... Inscrevam-se.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Tempestade depois do teatro.

Ontem foi noite de ir ao teatro. A peça era "Um eléctrico chamado Desejo" na sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II. Não me lembro de ter visto o filme. Gostei da peça, o contraste entre as "maneiras" e as manias de Blanche Dubois (Alexandra Lencastre), do Mississipi, o bairro pobre de New Orleans onde vai visitar a irmã Stella (Lúcia Moniz) e a "brutalidade" de Stanley (Albano Jerónimo). Quando acabou e tentámos sair chovia torrencialmente e o carro ainda estava longe. Vi-me numa situação complicada porque tive a infeliz ideia de calçar uns sapatos que adoro, pretos de veludo e com um salto maravilhoso. Os problemas eram dois, primeiro não conseguia correr até ao carro com aqueles saltos, pelo menos sem escorregar e partir uma perna, e depois, com aquela água toda, ficariam arruinados. O meu amor salvou-me, a mim aos belos sapatinhos, foi buscar o carro debaixo de chuva intensa arriscando uma pneumonia. Um gesto bem bonito. É claro que quando conseguiu chegar ao carro, era possível torcer a camisa. Se viram um homem a conduzir sem camisa, quando era quase uma da manhã, era bem possível que fosse ele. ainda dizem que não há cavalheiros...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Portugal nas Trincheiras

O mau tempo parece ter dado tréguas. E ainda bem que já não se aguentava tantos dias seguidos de chuva. O Sol dos últimos dias sabe mesmo bem. Como os fins de semana não têm estado muito convidativos para passeios pela praia ou pela mata, uma boa hipótese de ocupar a tarde de domingos é uma visita a um museu. E foi o que me aconteceu embora tenha descoberto esta exposição por acaso. O plano era dar uma volta pela baixa mas iamos a passar pela Rua da Escola Politécnica e reparámos que havia muita gente por ali. Uma grande parte dessas pessoas entrava para a exposição Portugal nas Trincheiras - A I Guerra da República. A exposição faz parte das exposições do Museu da Presidência e está patente no antigo ginásio da Escola Politécnica. Ali estão reunidas peças e documentos em homenagem aos Combatentes da I Guerra Mundial. Entre os vários objectos patentes, os que me chamaram mais a atenção foram os que se relacionavam com os cuidados de saúde prestados aos soldados. As fotos que tirei mostram medicamentos, ligaduras e outros artigos. Estas peças foram cedidas pelo Museu da Farmácia, o qual eu já tive o prazer de visitar guiada pelo seu director. Então aqui ficam duas sugestões para os dias de mau tempo que ainda possam vir por aí. A exposição Portugal nas Trincheiras vai estar patente até ao dia 23 de Abril na Escola Politécnica. O Museu da Farmácia também é um sítio muito giro para visitar especialmente por quem se interessa pela História da farmácia e da saúde. O Museu situa-se na sede da Associação Nacional das Farmácias na Rua de Sta Catarina.
Eu recomendo...




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