"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" Charles Chaplin
terça-feira, 19 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Perturbadoras capacidades da internet
Este fim de semana fiz uma descoberta perturbadora. Ontem, enquanto fazia uma pesquisa na net, deparei-me com um nome igual ao meu no quadro de pessoal de uma superfície comercial. Hoje, só por brincadeira, tentei saber quantas mulheres teriam o nome igual ao meu no facebook. Encontrei mais de 40. Sabia que o meu nome e apelido eram, relativamente, vulgares mas nunca pensei que a combinação também fosse. Quantas mais haverá por aí...
Luso-brasileirices
No tempo dos descobrimentos e das conquistas, cada "potência" impôs-se à sua maneira. Os nossos vizinhos espanhóis dominaram os outros povos pela violência mas os portugueses foram muito mais eficazes, envolveram-se com as nativas e foram colonizando com os seus genes nos filhos que foram fazendo pelo mundo fora. Nos últimos anos temos assistido a uma colonização ao contrário principalmente por brasileiras que têm espalhado os seus genes por cá. Lembrei-me disto,ontem, no supermercado, quando ouvi uma brasileira mulata de coxas grossas dizer: "- É só mais uma coisa, benzinho." O tal "benzinho" passou ao meu lado, era um homem de aspecto simples, cabelo grisalho, na casa dos 55/60 anos, com ar de tudo menos de "benzinho". Provavelmente mais um casamento de 30 e tal anos desfeito. Já a Carmen Miranda cantava: "O que é que a baiana tem?..."
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observações,
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Troca velho por novo

Ontem a meio da tarde, quando nada fazia prever, desatou a chover a cântaros. A nossa farmácia tem um suporte de chapéus de chuva bem giro (patrocinado por um analgésico bem conhecido). Tendo em conta que a farmácia foi remodelada, e está bem catita, não dá jeito nenhum que as pessoas entrem com os chapéus a pingar até ao balcão. Até aí tudo muito bem... O que não está nada bem é haver pessoas distraídas que, quando saem, pegam numa bela sombrinha, que não lhes pertence mas que está em melhor estado do que a que traziam, se vá embora alegremente e deixe um chapéu de chuva velho e até com varetas partidas. O burburinho que se gerou quando a legítima proprietária deu pela troca foi um bocadito desagradável. Ainda por cima, hoje em dia, não há necessidade nenhuma disso com tanta gente a vender artigos desses. Ainda no outro dia, quando saí do teatro e estava a chover imenso, apareceram logo três "comerciantes" de rua a tentar vender um chapeuzito a quem saia do Teatro Nacional D. Maria II. Grande oportunidade de negócio...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Small Blue Thing-Suzanne Vega
My name is Luka já foi há muito tempo atrás... Esta música, meu amor, é para ti....
domingo, 10 de outubro de 2010
Voltou para mim
Já há quase um mês que o meu Sony Ericsson estava avariado. Lá foi ele ao "hospital" dos telemóveis e ontem voltou, finalmente. Ainda não o larguei e só tenho vontade de lhe dar beijinhos. Nunca tive um telemóvel que gostasse tanto. Perdi algumas coisas mas agora é só voltar a gravar algumas coisas e volto a organizar a minha vida com este gadget. Até dá para fazer este post...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Tempestade depois do teatro.
Ontem foi noite de ir ao teatro. A peça era "Um eléctrico chamado Desejo" na sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II. Não me lembro de ter visto o filme. Gostei da peça, o contraste entre as "maneiras" e as manias de Blanche Dubois (Alexandra Lencastre), do Mississipi, o bairro pobre de New Orleans onde vai visitar a irmã Stella (Lúcia Moniz) e a "brutalidade" de Stanley (Albano Jerónimo). Quando acabou e tentámos sair chovia torrencialmente e o carro ainda estava longe. Vi-me numa situação complicada porque tive a infeliz ideia de calçar uns sapatos que adoro, pretos de veludo e com um salto maravilhoso. Os problemas eram dois, primeiro não conseguia correr até ao carro com aqueles saltos, pelo menos sem escorregar e partir uma perna, e depois, com aquela água toda, ficariam arruinados. O meu amor salvou-me, a mim aos belos sapatinhos, foi buscar o carro debaixo de chuva intensa arriscando uma pneumonia. Um gesto bem bonito. É claro que quando conseguiu chegar ao carro, era possível torcer a camisa. Se viram um homem a conduzir sem camisa, quando era quase uma da manhã, era bem possível que fosse ele. ainda dizem que não há cavalheiros...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
As mulheres da República
Hoje a República Portuguesa faz 100 anos. A 5 de Outubro de 1910, Portugal deixou de ser uma monarquia e passa a ter governantes eleitos. O país vivia tempos difíceis e isso abriu caminho aos republicanos. Para além do golpe militar, executado por homens já que eles é eram os militares, havia também umas quantas mulheres que lutaram, a seu modo, pela implantação da República.
Como por exemplo:
Ana de Castro Osório - Considerada a fundadora da literatura infantil em Portugala, intelectual, jornalista, feminista republicana e uma das fundadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. Lutou pelos ideais republicanos e pelos direitos das mulheres, nomeadamente no que diz respeito ao direito à educação. Colaborou com Afonso Costa na criação da Lei do Divórcio.
Carolina Beatriz Ângelo - Médica-Cirurgiã. Em conjunto com Adelaide Cabelo (em baixo), bordou as primeiras bandeiras republicanas utilizadas na Proclamação da República. Carolina foi a primeira mulher portuguesa a votar já que, sendo viúva, era chefe de família e o direito de voto era reconhecido apenas a "cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família".
Adelaide Cabelo - Médica-obstreta e ginecologista, professora e feminista. Lutou contra o flagelo da mortalidade infantil, do alcoolismo feminino e da prostituição. Com Carolina Beatriz Ângelo executou as primeiras bandeiras republicanas e foi uma das fundadoras da Liga das Mulheres Republicanas.
Como por exemplo:



E muitas mais mulheres lutaram, naquela época, pelos seus direitos e pelos seus ideais. E nós, mulheres do século XXI, que gozamos dos direitos mais essenciais, continuamos a ter ideais?! Continuamos a lutar por eles?! Porque nem só de homens se fazem as revoluções...
domingo, 3 de outubro de 2010
Forgotten Bookmarks

sábado, 2 de outubro de 2010
Quem mais perde com o corte dos salários...
O deputado do PS Ricardo Gonçalves disse, esta sexta-feira, que os deputados são dos que perdem mais dinheiro com as medidas de austeridade apresentadas pelo Governo. Valeu-lhe uma vaia ruidosa...
A isto chamo eu "uma boa oportunidade de estar calado" .
A isto chamo eu "uma boa oportunidade de estar calado" .
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