Desde sempre me lembro de gostar muito desta época do ano. O balanço que se faz do ano que passou e a esperança que se coloca no novo ano que começa. O meu ano fui tudo menos calmo e pacato. Neste ano de 2007 consolidaram-se as mudanças que se iniciaram no final de 2006. Foi o ano do corte com o passado, com o amor obsessivo do passado, foi ano em que aprendi a gostar de mim e a respeitar-me a mim própria, foi o ano em que aprendi a viver sozinha comigo própria e a aprendi a apreciar a minha própria companhia. Neste ano voltei-me para o que é verdadeiramente importante, a família e os amigos. Quando tudo desaba a família e os amigos verdadeiros permanecem para nos ajudar a manter de pé. Este foi, apesar de tudo, um ano bom e feliz porque estou viva e, continuo, a amar a vida, com tudo o que ela me dá, com todas as minhas forças. Foi o ano em cresci e, hoje, sou uma pessoa muito mais rica do que era há um ano atrás porque o que não nos derruba só nos torna mais fortes. Daqui para a frente coloco a minha esperança neste ano que começa, que seja mais um ano de crescimento, que seja mais um ano em que eu consiga descobrir os raios de sol mesmo no meio do céu nebuloso. Dentro de mim nascem desejos secretos para o ano de 2008 mas ficam só para mim."A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" Charles Chaplin
domingo, 30 de dezembro de 2007
Ano Novo, Vida Nova?!
Desde sempre me lembro de gostar muito desta época do ano. O balanço que se faz do ano que passou e a esperança que se coloca no novo ano que começa. O meu ano fui tudo menos calmo e pacato. Neste ano de 2007 consolidaram-se as mudanças que se iniciaram no final de 2006. Foi o ano do corte com o passado, com o amor obsessivo do passado, foi ano em que aprendi a gostar de mim e a respeitar-me a mim própria, foi o ano em que aprendi a viver sozinha comigo própria e a aprendi a apreciar a minha própria companhia. Neste ano voltei-me para o que é verdadeiramente importante, a família e os amigos. Quando tudo desaba a família e os amigos verdadeiros permanecem para nos ajudar a manter de pé. Este foi, apesar de tudo, um ano bom e feliz porque estou viva e, continuo, a amar a vida, com tudo o que ela me dá, com todas as minhas forças. Foi o ano em cresci e, hoje, sou uma pessoa muito mais rica do que era há um ano atrás porque o que não nos derruba só nos torna mais fortes. Daqui para a frente coloco a minha esperança neste ano que começa, que seja mais um ano de crescimento, que seja mais um ano em que eu consiga descobrir os raios de sol mesmo no meio do céu nebuloso. Dentro de mim nascem desejos secretos para o ano de 2008 mas ficam só para mim.sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
A minha vida, neste momento, está muito diferente daquilo que eu sonhei que seria nesta altura. Os meus sonhos sempre foram muito singelos. Sonhei com um amor arrebatador mas duradouro, sonhei ter filhos, vê-los crescer e, um dia, envelhecer de mãos dadas com esse amor arrebatador. Sonhei, enfim, com uma família feliz. Hoje, a minha vida está completamente afastada desses planos ingénuos. Sou infeliz? Não. Deixei de sonhar? Não. Sinto-me sozinha? Devo confessar que, às vezes, me sinto só. Sinto que voltei a ser a adolescente sonhadora que fui e isso preocupa-me. Se viver muito nas nuvens vou deixar a vida real passar ao lado. Quanto maior for o castelo que o meu sonho construir maior será a queda quando descobrir que a realidade não é bem igual ao sonho. Gostava de viver a vida de um modo sereno, aguardando pacientemente o que o futuro me reserva mas tenho pressa de conhecer esse futuro. O que estará para além da curva do tempo? O que se esconde atrás dessas portas fechadas? Para onde a vida me leva?
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
domingo, 18 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
A luz dos meus olhos...

Hoje foi, realmente, um dia feliz. Conheci a menina mais linda do mundo. Uma pessoa tão pequenina e que já inspira tanto amor. É linda a minha menina. Os seus olhos encheram o meu coração. Só desejo que sejas muito feliz, minha pequenina. Sabes que estarei a teu lado para te ajudar a crescer. Ainda agora te vi e já te amo tanto... Um beijo da tua madrinha.
sábado, 10 de novembro de 2007
Remédios para a alma (II)
Aqui há tempos falei de dois remédios que eu tomava para as dores da alma, os gelados e os chocolates. Era Verão. Agora que já estamos quase no Inverno (ou não) apetece-me tomar outro remédio, uma bela e fumegante chávena de chá. Quando as noites refrescam há lá coisa melhor para aquecer o corpo e a mente que chávena de chá, de preferência, tomada em boa companhia enroscada num sofá e debaixo de uma mantinha?! Duvido. Só resta esperar que o frio aperte. Até lá vou mordiscando um chocolatito que também é bom. Especialmente agora que voltaram a aparecer os chocolates da minha infância, o chocolate Regina. Vou só ali comer um quadradinho.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A sapataria reabriu....

A Stiletto tem andado muito ocupada! Para assinalar o meu regresso, escolhi esta imagem que tem para mim, um significado especial! Primeiro é o facto de a Stiletto de vez em quando tirar os sapatos, lol, quanto mais não seja na praia. Segundo, há maior ícone da vaidade que umas belas unhas pintadas de Vermelho Retundante (estou a ouvir Jorge Palma no seu Voo Nocturno)???
E em terceiro lugar, esta foto é um símbolo da amizade que me une a uma pessoa especial (tão vaidosa como eu) e me traz à memória bons momentos passados na praia mais bela de Portugal! Agora que começa a estar mais fresco é bom lembrar os (poucos) dias quentes de Verão.
Aos meus visitantes cibernautas, um beijo virtual pelos comentários simpáticos no meu último post! Eu prometo que vou tentar aprender com esta solidão saudável a partir, também, na direcção dos outros, ;)!!!

terça-feira, 16 de outubro de 2007
Estou apaixonada...

É verdade... estou apaixonada... por mim!!!! Cada vez sinto mais que nunca gostei tanto de mim como agora. Estou a descobri, verdadeiramente, quem sou eu. Dia após dia, aprecio mais a minha companhia. Estar sozinha não tem que ser sinónimo de solidão. Neste último ano tenho aprendido a respeitar-me a mim própria. Agora que só posso contar comigo própria, sinto que a minha vida só pode melhorar. Tenho uma imensa confiança no futuro. Se encontrar alguém para partilhar a vida será muito bom, tudo farei para ser feliz menos esquecer que mereço ser respeitada e amada. Se não me cruzar com esse homem especial, viverei feliz também porque eu adoro a minha própria companhia. Será que estou a ficar egoista????
sábado, 29 de setembro de 2007
Finalmente... a semana chega ao fim
Esta última semana foi, para mim, muito cansativa. Não é o corpo que está cansado mas sim o coração. Será possível sentir-me cansada emocionalmente? Talvez. Sinto que sofri, nos últimos dias, demasiadas emoções que me deixaram o coração apertado. Tão apertado que ele nem sabe o que deve sentir. Certos momentos afectaram-me mais do que eu desejava. Confrontei-me com uma dura realidade. A vida segue o caminho em frente, nunca nada vol
ta a ser como era. A mesma água não passa duas vezes debaixo da ponte. Tudo o que fazemos tem repercussões no futuro. Quando agimos temos que estar conscientes das consequências das nossas decisões. No último ano dei uma reviravolta enorme na minha vida, cortei com uma parte da minha vida que durava há cerca de 14 anos. Não tem sido fácil mas valeu a pena. Hoje estou mais forte, mais tolerante com os outros, sinto-me mais segura, cresci e gosto muito mais de mim. No entanto cada vez é mais difícil regressar, ao fim do dia, para uma casa vazia onde ninguém me espera nem vai chegar. Não estou arrependida da minha decisão, o caminho só podia ser este mas... ainda sinto uma dorzita lá no fundo do coração pelos sonhos que foram morrendo.
ta a ser como era. A mesma água não passa duas vezes debaixo da ponte. Tudo o que fazemos tem repercussões no futuro. Quando agimos temos que estar conscientes das consequências das nossas decisões. No último ano dei uma reviravolta enorme na minha vida, cortei com uma parte da minha vida que durava há cerca de 14 anos. Não tem sido fácil mas valeu a pena. Hoje estou mais forte, mais tolerante com os outros, sinto-me mais segura, cresci e gosto muito mais de mim. No entanto cada vez é mais difícil regressar, ao fim do dia, para uma casa vazia onde ninguém me espera nem vai chegar. Não estou arrependida da minha decisão, o caminho só podia ser este mas... ainda sinto uma dorzita lá no fundo do coração pelos sonhos que foram morrendo.
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